ENTREVISTA2020-11-19T16:29:10+00:00

ENTREVISTAS

“Gosto muito de MGF e da prática clínica, mas acredito que esta deva ter por base a melhor evidência científica”

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Bruno Heleno foi eleito Médico de Família do Ano na Gala MGFamiliar. Em entrevista, fala sobre uma carreira em MGF, que conjuga prática clínica com ensino e investigação. Apesar do seu percurso, compreende que nem todos os clínicos tenham de seguir as mesmas pegadas. O seu maior desejo é que os médicos de família que queiram fazer investigação tenham tempo e recursos para pôr esse objetivo em prática.

“Integrar a saúde oral na prevenção e gestão em saúde pública é uma necessidade urgente”

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Problemas de saúde oral, como doença gengival, aumenta o risco de se desenvolver diabetes tipo 2. Por outro lado, em pessoas com diabetes, o risco de perda dentária aumenta entre 11% e 30%. Estas são as principais conclusões de um estudo liderado por João Botelho, professor e investigador da Egas Moniz School of Health and Science, que em entrevista apela à articulação entre prevenção da saúde oral e gestão da saúde pública.

“Estamos a criar orientações para que os doentes oncológicos tenham respostas adequadas e flexíveis”

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Criar orientações para que os doentes oncológicos tenham respostas clínicas e organizacionais adequadas são dois dos principais objetivos do European Commission Initiative on Cancer. Hugo Ribeiro, médico paliativista e investigador, foi escolhido pela Comissão Europeia para integrar um painel de 15 especialistas que desenvolverão recomendações europeias relacionadas com os rastreios oncológicos e a abordagem terapêutica de doentes com cancro. Em entrevista, fala do trabalho "muito desafiante", mas também "muito gratificante".

  • “Precisamos de ações concretas. Está em risco o funcionamento dos hospitais e da Medicina Interna”

“Precisamos de ações concretas. Está em risco o funcionamento dos hospitais e da Medicina Interna”

No âmbito da Proposta de Reforma Hospitalar entregue pela Sociedade Portuguesa de Medicina Interna à ministra da Saúde e à Direção Executiva do SNS, o presidente da SPMI, Luís Duarte Costa, alerta que a sobrecarga da Medicina Interna é apenas a ponta do icebergue. Em entrevista ao SaúdeOnline, o médico defende uma reorganização centrada no doente e o reconhecimento formal do papel estratégico dos internistas para garantir o funcionamento dos hospitais.

Perturbações do sono. “O médico de família é quem melhor pode detetar se uma insónia é um sintoma de depressão ou ansiedade”

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São várias as perturbações do sono e o diagnóstico precoce é fundamental, segundo Teresa Costa, membro da Direção da Associação Portuguesa do Sono. A especialista salienta o papel do médico de família, da tecnologia como ferramenta de consciencialização para este problema de saúde e das medidas de higiene do sono.

Investigação nos CSP. “Há vários níveis de barreiras. Eu diria que a primordial é o facto de nós próprios não darmos muito valor”

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Paulo Nicola, um dos coordenadores do Departamento de Investigação da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), aborda as dificuldades sentidas no terreno quando se trata de investigar em cuidados primários. Mas também desmistifica a ideia de que há poucas possibilidades em se conseguir avançar com um projeto de qualidade. Na entrevista, fala ainda do policy-brief, dos PBRN e dos centros académicos.

Linfoma Cutâneo de Células T. “O principal desafio reside na semelhança clínica com dermatoses inflamatórias benignas”

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O Linfoma Cutâneo de Células T é um cancro raro, que se confunde com dermatoses comuns na fase inicial. O atraso no diagnóstico deve-se à raridade da doença, mas também à falta de estudos nacionais que permitam caracterizar de forma rigorosa a incidência e prevalência no contexto português, de acordo com Manuel Abecasis, hematologista e presidente da Associação Portuguesa Contra a Leucemia.

“Falar de dor é falar de cuidado, de escuta e de respostas mais humanas e integradas”

A dor continua a ser uma das dimensões mais invisíveis e normalizadas no cancro da mama. No 5.º Congresso do Cancro da Mama do Algarve, que se realiza a 27 de fevereiro, em Lagos, o tema ganha centralidade para promover uma abordagem mais humana, integrada e consciente. Em entrevista, a fisioterapeuta Jacqueline Tavares, cofundadora do CCMA e presidente da Associação Mamativa, explica por que é urgente falar de dor — física, emocional e social — e escutar quem a vive.

“O hipoparatiroidismo é a última situação de deficiência hormonal primária que ainda não é tratada de forma sistemática através da substituição da hormona em falta”

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A terapêutica convencional pra hipoparatiroidismo baseada exclusivamente em cálcio e vitamina D pode revelar-se insuficiente para alcançar alguns dos parâmetros bioquímico, de acordo com as últimas guidelines. Em entrevista, Neil Gittoes, médico endocrinologista e professor universitário, explicou as novas recomendações no Congresso Português de Endocrinologia 2026/77.ª Reunião Anual da SPEDM, em Coimbra.

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