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ENTREVISTA2020-11-19T16:29:10+00:00

ENTREVISTAS

  • “É uma falha grande não haver uma rede de referenciação hospitalar em dor!”

    Beatriz Craveiro Lopes é anestesiologista e um dos rostos mais conhecidos da Medicina da Dor. Há mais de 30 anos que se dedica à sensibilização e formação em Dor, tendo fundado a Unidade Dor – atualmente, Centro Multidisciplinar de Dor - do Hospital Garcia de Orta, em Almada, em 1992. Em entrevista, defende a criação de uma rede de referenciação hospitalar e maior integração entre os diferentes níveis de cuidados.

  • Das migrações aos transplantes, Congresso de Medicina Interna regressa com “programa diversificado”

    Em entrevista, Amélia Pereira, presidente do 28º Congresso Nacional de Medicina Interna, que vai decorrer de 2 a 5 de outubro, em Vilamoura, espera que o evento “seja um ponto de encontro e de convívio entre os vários centros de Medicina Interna”. A especialista, do Hospital da Figueira da Foz, fala também sobre desafios que se levantam, na prática da MI, em hospitais mais periféricos.

  • Dermite Atópica

    Privado reencaminha doentes com dermatite atópica grave para o SNS

    Isto acontece porque os novos tratamentos, aprovados recentemente, e que constituem “uma revolução no tratamento” da doença, só têm prescrição no SNS, explica a dermatologista Maria João Lopes.

“Na infância, a dermatite atópica tem um impacto maior que a diabetes, a doença renal crónica ou a fibrose quística”

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Ana Brasileiro, dermatologista do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central (CHULC), alerta para a necessidade de se procurar ajuda médica para a dermatite atópica. Em entrevista, a propósito do Dia Mundial da Dermatite Atópica, que se assinala hoje, realça que até para os casos mais graves existe resposta.

  • Nuno Jacinto

Pico de reformas dos médicos de família é atingido este ano. “Sabíamos que ia acontecer e não retemos os jovens”

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O saldo negativo entre aposentações e entradas de médicos de família deve manter-se nos próximos anos, aumentando o número de portugueses sem médico. Isto porque apenas 60 a 70% dos recém-especialistas ficam no SNS, número insuficiente para compensar as reformas. É necessária uma mudança de políticas para tornar o SNS mais atrativo, diz o presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Nuno Jacinto, em entrevista ao SaúdeOnline.

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