15 Nov, 2016

Hospitais vão pagar exames realizados nos privados quando não os puderem realizar em tempo útil

O ministro da Saúde garantiu ontem que no próximo ano nenhum cidadão ficará sem um exame médico em tempo útil, dentro ou fora do SNS, ficando a despesa a cargo do hospital que gerar a lista de espera

O ministro da Saúde garantiu ontem que, a partir de 2017, nenhum cidadão ficará sem um exame médico em tempo útil, dentro ou fora do SNS, ficando a despesa a cargo do hospital que gerar a lista de espera.

Adalberto Campos Fernandes falava em resposta aos deputados das comissões parlamentares do Orçamento e da Saúde, que debateram ontem, na especialidade, o Orçamento do Estado para 2017.

Segundo o ministro, até ao final deste ano deverá ser publicada a portaria que regula os Tempos Máximos de Resposta Garantida (TMRG) que deverá, pela primeira vez, contemplar os meios de diagnóstico e terapêutica.

Os hospitais ficarão responsabilizados pela realização dos exames e, no caso em que não os assegurem em tempo útil, deverão garantir que os mesmos se realizem, dento ou fora do Serviço Nacional de Saúde (SNS), a custas do hospital do utente.

“Não poderá haver em Portugal uma pessoa que, tendo a indicação para fazer um exame, que pode ser determinante para o seu futuro, deixe de fazê-lo, dentro ou fora do SNS, ficando a cargo do hospital que gerou a lista de espera”, disse o ministro.

SO/LUSA

 

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