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Lápis Azul: Natal ou Carnaval, para o Ministério da Saúde?

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2017 Não foi um ano bom para os Portugueses.

Apesar do folclore e das notícias cozinhadas, o ano ficou marcado por tragédias, como as dos fogos que ceifaram vidas e mais vidas e fizeram do país um inferno, em ano de seca também ela dramática.

As consequências de fogos e da seca estão ainda por contabilizar e por conhecer, sendo que se arrastarão para 2018, como a dor das famílias das muitas dezenas e dezenas de vítimas.

2017 Também não foi um ano bom para o SNS.

Comissões, grupos de trabalho, coordenações, conselhos e outros exemplos infindáveis de entretenimentos foram criados e mantidos, sem que quem quer que seja perceba a sua utilidade ou vislumbre produtividade.

Por outro lado, nem me lembro de sector ou profissão que não tenha feito greves!

Com prejuízos tremendos e riscos que parece ninguém pareceu calcular… por exemplo nas maternidades.

Os Cuidados Primários terão vivido o pior ano desde o arranque das USF. Apesar de ao contrário de anos anteriores, os Sindicatos e as Ordens terem sido muito contemplativas com as não promoções de USF modelo A a B, com a falta de contratualização em tempo e regras, com concursos a violentarem o espírito da Reforma e abrirem vagas em USF, com uma desmotivação generalizada dos profissionais, agravada pelos “avanços informáticos”!

E a promessa do fim de cidadãos sem médico de família por cumprir.

Falta adivinhar como o Tribunal de Contas encarará os pagamentos de incentivos por desempenho em 2018 e em relação a 2017.

A emigração de médicos e dentistas, de enfermeiros e psicólogos, não só não cessou como não abrandou e a opção pelo sector privado cresce ao ritmo da construção e abertura de novos hospitais privados em Portugal!

Ao mesmo tempo, o Ministério da Saúde tão lesto no controlo dos apoios legais da Indústria Farmacêutica (e bem mais lento ou “parado” no pagamento das dívidas…), não conseguiu demonstrar – nem aos profissionais, nem aos cidadãos – a sua capacidade ou interesse em promover formação profissional digna desse nome e do legado do SNS!

E os Hospitais continuam à espera da sua Reforma e nem mesmo os “famosos” planos de reestruturação dos serviços de urgência se mexeram do papel.

Num SNS que, como todo o resto do país, está cada vez mais centralizado e dependente do poder central. Um poder central que continua a, em boa parte e com a tolerância cega de quantos em tempos idos se não calavam, residir no ministério das Finanças.

E até acho que sim, sempre pode ajudar a evitar males maiores ou falta de decisões de coragem e de conhecimento.

Mas é tempo de fechar o ano e o calendário de 2017.

Vem aí o Natal, e o Pai do mesmo, alinhadamente trajado no seu fatinho vermelho e bem actual, puxado pelas ecológicas renas (quase verdes) e com reforço alimentar (antes de entrar em Portugal), conhecedoras da falta de pastagens viçosas…

Tempo de pedidos de desejos, uns mais infantis outros menos, é certo que apenas quem se portou bem terá direito à atenção e mimo do Pai.

Nessa medida, não é crível que o Ministério da Saúde os vá receber.

A menos que o Pai Natal se deixe enganar como alguns bem-intencionados.

Como os que acreditam em intenções, suposições, decisões ou imaginações que levem o INFARMED, ou o que quer que seja, de Lisboa para o Porto!

Bom Natal para Todos, apesar disto parecer um grande Carnaval!

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