“Há muitos anos que formamos 400-500 médicos de família por ano, mas temos imensa dificuldade em fixá-los no SNS”
A terminar o segundo mandato na liderança da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Nuno Jacinto olha para trás para refletir sobre os sucessos e os grandes desafios dos últimos anos. Do reforço do papel da associação como voz única de todos os médicos de família à urgência de rever as métricas das listas de utentes e fixar os mais jovens no SNS, o responsável passa em revista o estado atual da Medicina Geral e Familiar em Portugal e deixa uma visão clara sobre os caminhos a seguir nos cuidados de saúde primários.







