Comparticipação na obesidade restringe acesso e exclui cuidados de saúde primários, denuncia associação
O facto de o Governo não comparticipar os medicamentos para a obesidade prescritos por médicos de família não faz sentido, na opinião de Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar. De acordo com o responsável, estes profissionais têm competências para tratar estes doentes e a medida apenas vai "entupir consultas hospitalares".








