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Esclerose múltipla. Estudo da Universidade de Coimbra permite avanço no diagnóstico

Estudo “mostra que é possível classificar um doente com esclerose múltipla com 80% de certeza, avaliando um conjunto de oito proteínas específicas”, diz Carlos Duarte, investigador do Centro de Neurociências e Biologia Celular.

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Ligação “mais lenta” entre neurónios e microvasos sanguíneos em hipertensos

Esse défice ou disfunção significativa na articulação é detetável ainda sem existência de quaisquer sintomas de doença cerebrovascular, sublinha a professora da FMUP e neurologista do Hospital de São João.

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