“Não devemos centrar o trabalho apenas nos indicadores”
Os indicadores são importantes e permitem retificar o que pode estar a correr menos bem na prática clínica, mas o trabalho do médico de família não se pode centrar “de forma cega” nos mesmos, segundo Miguel Azevedo, médico de família e um dos oradores que irá intervir, amanhã, na sessão “Gestão e Inovação em USF”.
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