Cientista português recebe 2,5 milhões de euros para estudar como pigmento bilirrubina atua contra malária
Miguel Soares, do Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular, descobriu que a acumulação de bilirrubina, comum nos doentes com malária mais grave, pode ser uma resposta adaptativa do corpo que confere proteção contra a doença ao matar o parasita na origem da infeção, limitando a sua propagação e reduzindo danos nas células.









