“A MGF começou a deixar de ser atrativa, porque não há um plano nacional de cuidados de saúde primários”
Rui Cernadas, especialista em MGF e ex-presidente da ARS Norte, lembra os primeiros tempos como médico no Serviço Militar Obrigatório, mas foca-se também no presente e no futuro da Medicina Geral e Familiar em Portugal. Entusiasmado com o maior número de doutorados, não deixa de sentir apreensão o rumo – ou falta do mesmo – no Serviço Nacional de Saúde, tendo em conta que as ULS “mataram” a reforma dos cuidados de saúde primários.









