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Entrevista. “Cerca de 80 a 85% dos doentes com cancro do pulmão são fumadores”

Novembro é o Mês de Sensibilização para o Cancro do Pulmão, cuja causa principal continua a ser o tabagismo. Telma Sequeira, pneumologista do IPO Lisboa e Assistente convidada de Genética Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, fala sobre a doença e o aumento da sobrevida.

Cancro do estômago. Portugal tem a maior incidência da Europa Ocidental e a explicação está na alimentação

O elevado consumo de sal, alimentos fumados e álcool, hábitos que persistem em Portugal, aumentam o risco de cancro do estômago, alerta a Drª. Carla Freitas, coordenadora da Unidade de Patologia Esofagogástrica do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa (CHTS). Em entrevista, a especialista sublinha a importância do diagnóstico precoce da doença e realça as mais-valias da cirurgia laparoscópica.

Fármacos inovadores. “Interessa à SPO proporcionar a mesma acessibilidade a todos os doentes do país”

Em entrevista ao SaúdeOnline, presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia, faz um balanço do 19º Congresso da especialidade e aborda temas como o acesso a fármacos inovadores, a literacia dos doentes na área do cancro e os desafios que Portugal enfrenta no que diz respeito à reintegração dos doentes sobreviventes ao cancro. Assista ao vídeo.

“As mutações no BRCA1 ou BRCA2 têm uma grande importância em termos de vigilância e prevenção de risco”

Sofia Fragoso, do Centro de Investigação de Patobiologia Molecular do IPO de Lisboa, refere, ainda assim, que há um longo caminho a percorrer na área dos biomarcadores e que "o ênfase tem de ser na investigação de melhores biomarcadores".

Desafios em Oncologia. “Alargamento dos rastreios, acesso a novos fármacos e redefinição dos Centros de referência são desejáveis”

Em entrevista, o presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia, Miguel Abreu, antecipa o próximo congresso nacional da especialidade, que vai decorrer entre de 16 a 18 de novembro no Porto, para o qual parte "com expectativas altas" e aborda também o estado atual da Oncologia em Portugal e os maiores desafios nos próximos anos.

  • cancro

Cancro de mama Luminal B HER2 negativo. “A associação de inibidores das ciclinas à hormonoterapia tornou possível uma sobrevivência superior a 5 anos”

Os cancros de mama Luminal B representam cerca de 25% do total de casos da doença que surgem em Portugal todos os anos e têm, geralmente, um "mau prognóstico", diz, em entrevista, a oncologista Tatiana Cunha Pereira, do IPO de Coimbra.

  • Cancro urotelial. “A nova terapêutica reduz o risco de morte em 30% vs. quimioterapia”

Cancro urotelial. “O enfortumab vedotina reduz o risco de morte em 30% vs. quimioterapia”

O cancro urotelial tem, atualmente, uma taxa de sobrevida a 5 anos de apenas 5%. Face a esta realidade, a Astellas Farma tem uma nova terapêutica que faz a diferença. No âmbito da Semana da Urologia, que se assinalou entre 26 e 30 de setembro, Filipe Novais, Diretor Geral da Astellas Farma Portugal, fala do novo medicamento.

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