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Rastreios ao cancro abaixo das expectativas. “Temos uma mortalidade totalmente evitável”

Portugal está a retomar os valores de rastreio oncológico pré-pandemia mas há centenas de milhares de portugueses elegíveis que não são chamados, refere o professor universitário e médico de saúde pública, em entrevista.

É necessário “estreitar ligações entre os serviços de Oncologia e os Cuidados de Saúde Primários”

Ao SaúdeOnline, a oncologista Marta Mesquita Pinto, do Hospital São Francisco Xavier, fala sobre principais desafios no seguimento dos doentes com cancro nos CSP e destaca a importância das guidelines recentemente lançadas para os especialistas em MGF.

Cancros hereditários. “É preciso educar profissionais e doentes” para melhorar a referenciação

Em entrevista, a Investigadora do i3S (da Univ. Porto) Carla Oliveira diz que “é necessário que os médicos de família e os especialistas consigam reconhecer padrões”, de modo a identificar pessoas com maior risco de desenvolverem cancro hereditário.

Cancro do pulmão. “O desafio é [encontrar] biomarcadores que ajudem a um diagnóstico precoce”

No que diz respeito à gestão dos eventos adversos imuno-mediados, o internista do Hospital de Santo António considera que a intervenção precoce "pode impedir eventos mais graves, tentando evitar a suspensão posterior da imunoterapia". O especialista vai abordar este tema no workshop “O doente no centro da imunoterapia", que decorrer a 16 de outubro, em formato virtual.

CPCNPm. “Uma porção de doentes tem longas sobrevidas com a imunoterapia”

Em entrevista, a oncologista do IPO do Porto destaca a "evolução significativa da sobrevivência nos doentes sem alterações genéticas alvo, perfil de toxicidade aceitável e qualidade de vida". A especialista vai abordar os "Dados da vida real com imunoterapia no CPCNP" no workshop “O doente no centro da imunoterapia", que decorre a 16 de outubro, em formato virtual.

Cancro colorretal. Inteligência Artificial ajuda a reduzir “missed lesions”

Hospital de Loures tem taxas de deteção de lesões pré-malignas na ordem dos 35 a 40%, devido "à otimização da técnica endoscópica e da sedação e ao desenvolvimento tecnológico da imagem", o que representa um avanço na luta contra o cancro colorretal, adianta, ao SaúdeOnline, o gastrenterologista do Hospital Beatriz Ângelo.

Cancro. Centros portugueses aplicam medicina de precisão mas têm falta de recursos

Portugal “acompanha a evolução da medicina moderna” na área do cancro mas subsistem dificuldades como a carência de recursos humanos e o acesso a tecnologias de ponta, admite o diretor clínico da Fundação Champalimaud, instituição que se encontra na ‘onda da frente’ dos tratamentos inovadores nesta área.

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