“A asma grave é uma área particularmente complexa e em rápida evolução”

A Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) realiza, nos dias 21 e 22 de junho, a 3.ª edição da Escola de Pneumologia, dedicada à Asma Grave, uma iniciativa formativa dirigida a pneumologistas e médicos internos da especialidade. Jorge Ferreira, presidente da SPP, fala sobre a formação e sobre uma patologia que ainda é muito desafiante.

Asma grave. “Conseguimos oferecer tratamentos cada vez mais personalizados”

A evolução no tratamento da asma grave tem sido visível nos últimos anos, daí que a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) aposte na formação, segundo José Coutinho Costa, coordenador da Comissão de Alergologia Respiratória da SPP e pneumologista na ULS Entre Douro e Vouga. Vai assim realizar-se, nos dias 21 e 22 de junho, a 3.ª da Escola de Pneumologia, dedicada à Asma Grave, uma iniciativa formativa dirigida a pneumologistas e médicos internos da especialidade.

“68% dos doentes com asma não têm a doença controlada”

No Dia Mundial da Asma, que este ano se assinala a 6 de maio com o lema “Tornar os tratamentos inalatórios acessíveis para todos!”, a prioridade é clara: garantir que todos os doentes tenham acesso aos medicamentos essenciais para controlar a doença. Em Portugal, estima-se que cerca de 700 mil pessoas sofram de asma, mas uma grande parte continua sem diagnóstico ou sem o tratamento adequado. Elisa Pedro, assistente graduada sénior de Imunoalergologia da Unidade Local de Saúde Santa Maria, sublinha a urgência de reforçar o diagnóstico precoce, combater mitos sobre a medicação inalatória e investir na literacia em saúde respiratória — sem esquecer os avanços científicos que já estão a transformar a vida dos doentes.

  • Vítor hugo azevedo

“A Fisioterapia é um dos elementos centrais na reabilitação das pessoas que vivem com condição pós-covid”

Em entrevista, Vitor Hugo Azevedo, professor adjunto da Escola Superior de Saúde do Alcoitão e fisioterapeuta respiratório e intensivista da UCI 1 da ULS Lisboa Ocidental, fala do papel da Fisioterapia Respiratória na reabilitação de pessoas que vivem com condição pós-covid.

“O cancro do pulmão é o cancro que mais mata em todo mundo”

De acordo com Ana Barroso, aludindo a dados da GLOBOCAN, o cancro do pulmão é o cancro que mais mata em todo o mundo e o terceiro mais frequente no país em ambos os sexos. No âmbito do Dia Mundial do Cancro de Pulmão, que se assinala a 1 de agosto, a pneumologista, coordenadora da Unidade Multidisciplinar de Tumores Torácicos da ULS Gaia/Espinho e membro da Direção do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão (GECP) fala sobre a doença, seus sintomas, fatores de risco, entre outros aspetos, salientando que a melhor forma de prevenir esta patologia é “deixar de fumar ou, idealmente, nunca começar”.

Síndrome de Ondine. “Sendo uma patologia rara, muitas vezes o desafio é suspeitar deste diagnóstico”

Núria Madureira, pediatra, alerta para a síndrome de Ondine, uma doença rara que, durante a noite, leva a que os doentes deixem de respirar ou façam-no muito lentamente, havendo risco de morte.

“Apenas 2% dos doentes que deveriam fazer reabilitação respiratória têm acesso ao tratamento”

A reabilitação respiratória tem um impacto direto na diminuição das exacerbações, internamentos hospitalares e consequente mortalidade relacionada com doenças respiratórias crónicas. Em entrevista, Patrícia Garrido, médica pneumologista, explica o que é a reabilitação respiratória, a quem se destina e quais os seus benefícios.

  • Susana Sousa

Perturbações do sono. “O diagnóstico é mais difícil na mulher devido à baixa perceção de sintomas”

Susana Sousa, juntamente com um grupo de profissionais de saúde, juntaram-se de modo a expor a problemática das perturbações do sono no sexo feminino, com todas as suas particularidades. Em entrevista, a médica pneumologista e especialista em Medicina do Sono, explica como surgiu o livro "O Sono Delas", realçando a necessidade de estar alerta perante possíveis sinais de patologias do sono.

Go to Top