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VIH. “Elevada barreira genética” do Biktarvy permite iniciar rapidamente a terapêutica nos late-presenters

Ao SaúdeOnline, a infecciologista Ana Rita Silva, do Hospital de Loures, destaca a importância da introdução de uma terapêutica antirretrovírica com uma elevada barreira genética e com perfis favoráveis de tolerabilidade e comodidade posológica.

Infeção por VIH. RCV aumentado e alterações neuropsiquiátricas: duas das comorbilidades que mais preocupam os médicos

Em entrevista, a infecciologista do Centro Hospitalar Universitário do Porto destaca a importância da escolha de uma terapêutica antirretrovírica adequada na população infetada com VIH que apresenta um risco CV comprovadamente superior, bem como o benefício na proteção do sistema nervoso central.

Novo paradigma no tratamento do VIH. “Melhoria da qualidade de vida parece ser real”

Os novos regimes terapêuticos trouxeram um ganho significativo para a qualidade de vida dos doentes, diminuindo a toxicidade e interagindo menos com a restante medicação para as diferentes comorbilidades, refere o infecciologista do Centro Hospitalar e Universitário de Lisboa Central.

VIH. Esquema terapêutico deve adequar-se “ao estilo de vida do doente, comorbilidades e comedicações”

Numa época em que a resposta terapêutica aos doentes com infeção por VIH se faz com fármacos cada vez mais potentes, eficazes e bem tolerados, a personalização do tratamento é fundamental para garantir uma boa qualidade de vida aos doentes, sublinha a infeciologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, em declarações ao SaúdeOnline.

  • Ricardo Mexia - uso de máscara

Pensar o futuro a partir da pandemia. “É preciso organizar e agilizar os recursos”

O risco de novas pandemias exige um plano de ação capaz de antecipar a deteção da ameaça e, depois, de intervir de forma célere sobre ela, defende o especialista em Saúde Pública, em entrevista ao SaúdeOnline.

João Gouveia. “Muitos doentes morreram por causa da não expansão da Medicina Intensiva”

Em entrevista exclusiva, o coordenador da Comissão de Acompanhamento da Resposta Nacional em Medicina Intensiva admite que “houve atrasos” na expansão das camas de cuidados intensivos em algumas regiões.

  • vih

VIH. Doentes regressaram às consultas com maiores níveis de ansiedade e tristeza

Em entrevista, a internista e responsável pela consulta VIH do Hospital de Cascais sublinha que os doentes voltaram às consultas presenciais, “no geral, mais ansiosos, mais tristes, com maiores problemas de sono, para além de mais sedentários e mais pesados”. Numa altura em que as síndromes depressivas e a doença psiquiátrica crescem à boleia da pandemia, a especialista alerta que a escolha da TARV “a utilizar deve ser criteriosa” nos doentes com VIH e depressão e doença psiquiátrica prévias.

VIH. As vantagens de otimizar a terapêutica antirretrovírica para gerir as comorbilidades

Mais de 90%1 dos doentes idosos com VIH têm comorbilidades associadas. O desafio é gerir o melhor possível as interações, introduzindo o antirretrovírico com o melhor perfil global (nomeadamente cardiovascular). Em entrevista, o internista do Hospital de Santarém (centro que segue cerca de mil doentes com VIH-1) sublinha a experiência positiva com Biktarvy® ▼, tanto em primeira linha como em switch.

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