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“Boa parte do excesso de mortalidade atual diz respeito a pessoas que morreram de doenças cardiovasculares”

A pandemia de SARS-CoV-2 agravou os fatores de risco das doenças cardiovasculares e aumentou em mais de 60% o risco de eventos cardiovasculares em pessoas infetadas, sublinha, em entrevista, o presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia

“O número de TAVI tem de aumentar duas a três vezes, para conseguirmos dar uma resposta adequada”

No entanto, as listas de espera para intervenção valvular aórtica são grandes, "atingindo em alguns centros um período de quase um ano", alerta, em entrevista, o cardiologista de intervenção Marco Costa, do Hospital da Luz Coimbra.

“Aquecimento global e poluição serão responsáveis por um aumento considerável da morbi-mortalidade cardiovascular”

Em entrevista, no rescaldo do Congresso Português de Cardiologia 2022, o presidente do evento destaca a elevada afluência presencial, e aborda a questão do impacto das mudanças climáticas na saúde cardiovascular, um tema, diz, "para o qual a maior parte dos cardiologistas ainda não despertou".

“A clorotalidona em associação com azilsartan é uma boa solução para ir ao encontro dos desafios que a hipertensão coloca hoje”

“O caminho que escolhemos pode fazer a diferença”, realça, em entrevista o cardiologista do Hospital de Santa Cruz, sublinhando o benefício superior dos diuréticos na prevenção da IC e dos inibidores da renina angiotensina na proteção da função renal.

Reinhold Kreutz. O futuro do tratamento e do controlo da hipertensão arterial

Em entrevista, o presidente da Sociedade Europeia de Hipertensão perspetiva o futuro, apontando para os novos fármacos em desenvolvimento e para os dispositivos de monitorização dos níveis de pressão arterial, que, no entanto, ainda devem demorar anos até poderem ser aplicados na prática clínica.

“A população com diabetes tem risco acrescido de descompensar aquando da infeção pelo vírus influenza”

A descompensação da diabetes pode passar por níveis de glicemia mais altos, desidratação, agravamento da função renal e função respiratória e maior probabilidade de infeções secundárias, alerta, em entrevista, o endocrinologista ( diretor clínico da APDP e presidente da ADP), reforçando a importância da vacinação contra a gripe neste grupo da população.

Estudo IAMI. Administração da vacina da gripe a doentes internados diminui o risco de EAM e a mortalidade cardiovascular

Em entrevista, o cardiologista do Hospital de Santa Cruz e do Instituto do Coração, destaca os resultados do estudo IAMI, em doentes internados por enfarte agudo do miocárido (EAM). A medida, diz, permitiria aumentar a adesão à vacinação e prevenir ainda mais internamentos e mortes por gripe. Exequibilidade no SNS ainda não foi avaliada.

  • insuficiência cardíaca

Insuficiência cardíaca. “É nos internamentos que está o grande impacto na qualidade de vida dos doentes”

Em entrevista, a professora da FMUP Joana Pimenta identifica os principais desafios na abordagem aos doentes internados com IC descompensada, que representam uma parte significativa dos internamentos, diz a também internista no Centro Hospitalar Gaia/Espinho.

Apneia do sono “contribui decisivamente para a principal causa de morte em Portugal: a doença cardio e cerebrovascular”

Em entrevista ao SaúdeOnline, o pneumologista, coordenador do Centro de Medicina do Sono do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e presidente da Associação Portuguesa de Sono descreve o impacto dos distúrbios do sono na qualidade de vida dos portugueses.

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