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  • Ricardo Mexia - uso de máscara

Pensar o futuro a partir da pandemia. “É preciso organizar e agilizar os recursos”

O risco de novas pandemias exige um plano de ação capaz de antecipar a deteção da ameaça e, depois, de intervir de forma célere sobre ela, defende o especialista em Saúde Pública, em entrevista ao SaúdeOnline.

Nuno Jacinto. “Passou mais de um ano e nada foi feito ao nível do reforço de profissionais nos CSP”

O presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), Nuno Jacinto, refere que as equipas estão cansadas e volta a alertar para a necessidade de reforço ao nível dos recursos humanos nos CSP.

João Gouveia. “Muitos doentes morreram por causa da não expansão da Medicina Intensiva”

Em entrevista exclusiva, o coordenador da Comissão de Acompanhamento da Resposta Nacional em Medicina Intensiva admite que “houve atrasos” na expansão das camas de cuidados intensivos em algumas regiões.

Nuno Pires. Terapêutica tripla fixa veio “mudar o paradigma do tratamento” da DPOC

Celebram-se dois anos da chegada a Portugal da primeira terapêutica tripla fixa para os doentes com DPOC. Em entrevista, o diretor do Serviço de Pneumologia do Hospital de Barcelos destaca o impacto comprovado do fármaco na redução das exacerbações e da mortalidade e sublinha que no doente com agudizações o “fármaco de início é Trelegy”.

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Fibrilhação auricular. Pandemia prejudicou diagnósticos e terá feito aumentar número de casos

No âmbito da Semana Mundial do Ritmo Cardíaco, a Dr.ª Luísa Fontes, interna de MGF na USF Ponte, em Guimarães, comenta o impacto da pandemia no diagnóstico da fibrilhação auricular e reforça a importância de dar a conhecer esta patologia aos doentes.

“Os Hospitais de Vila Franca de Xira, Loures e Fernando Fonseca beneficiariam se tivessem mais camas”

O presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) admite que alguns hospitais estão subdimensionados, mas alerta que “não faz sentido abrir mais camas sem recursos humanos”. Em entrevista exclusiva ao SaúdeOnline, Luís Pisco garante que os hospitais da região “nunca estiveram em risco de rutura” e sublinha que o problema da população sem médico de família não ficará resolvido a curto prazo.

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