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Cancros hereditários. “É preciso educar profissionais e doentes” para melhorar a referenciação

Em entrevista, a Investigadora do i3S (da Univ. Porto) Carla Oliveira diz que “é necessário que os médicos de família e os especialistas consigam reconhecer padrões”, de modo a identificar pessoas com maior risco de desenvolverem cancro hereditário.

  • Nuno Jacinto - Carga Burocrática MF

Nuno Jacinto. “É fundamental libertar os CSP desta carga burocrática e os MF deste trabalho”

Em entrevista exclusiva, o presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) alerta para o cansaço e desgaste dos profissionais de saúde e sublinha a importância da automatização de toda a carga burocrática associada à gestão dos doentes-covid.

“É importante que o tratamento dos idosos não se foque apenas em evitar a morte”

O presidente da Sociedade Portuguesa de Geriatria e Gerontologia (SPGG) afirma que são várias as alterações que deverão ocorrer nos próximos anos, no sentido de promover a integração ativa das pessoas idosas na sociedade. Segundo o especialista, uma das medidas urgentes passa por aumentar os conhecimentos geriátricos dos médicos.

2021-10-22T16:17:37+01:0021 Out, 2021|Em Foco, Entrevista, mgf-entrevistas, Notícia Fechada, Últimas|

Atrair e fixar médicos no SNS. “É na investigação e nos projetos de carreira que temos de evoluir”

Em entrevista exclusiva, o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde admite que o SNS tem de melhorar nas condições oferecidas aos profissionais. António Lacerda Sales sublinha a ambição de atribuir médico de família a todos os portugueses até 2023 e reconhece que a dupla suspensão da atividade assistencial durante a pandemia “poderá ter custos” para os utentes.

Gestão conjunta do doente crónico pela MI e MGF tem de ser a “forma natural de trabalhar”

Ao SaúdeOnline, a presidente do 27º Congresso Nacional de Medicina Interna, que arranca este sábado (em Vilamoura e em formato virtual) espera que o evento seja "um sucesso" e admite que a abordagem conjunta da MI e MGF ao doente crónico possa demorar "duas gerações" a concretizar-se em pleno.

  • Ricardo Mexia - uso de máscara

Pensar o futuro a partir da pandemia. “É preciso organizar e agilizar os recursos”

O risco de novas pandemias exige um plano de ação capaz de antecipar a deteção da ameaça e, depois, de intervir de forma célere sobre ela, defende o especialista em Saúde Pública, em entrevista ao SaúdeOnline.

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