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Atrofria cerebral na EM: “O principal desafio é desenvolver métodos simples que permitam a medição na prática clínica”

“Atualmente a medição não está disponível na nossa rotina diária”, lamenta, em entrevista, a neurologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e vice-presidente do Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla.

  • esclerose múltipla

“Estima-se que existam 7 a 8 mil pessoas com esclerose múltipla em Portugal”

"Há formas de apresentação da doença [esclerose múltipla] que são mais simples de serem detetadas, mas conseguimos através de campanhas de literacia da população em geral e, sobretudo, com informação dirigida às especialidades referenciá-los muito mais rapidamente", refere José Vale.

  • esclerose múltipla

Esclerose Múltipla: “O primeiro desafio nas formas progressivas é reconhecê-las”

Segundo a presidente do Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla da SPMI, Maria José Sá, "Os principais desafios do diagnóstico ocorrem quando os sintomas são atípicos, ou a ressonância magnética mostra apenas lesões desmielinizantes isoladas ou pequena".

  • avc

“Anualmente, são internadas cerca de 25 mil pessoas com AVC isquémico ou hemorrágico”

De modo a combater a principal causa de morte em Portugal, a DGS assinou um acordo europeu conjunto para a colaboração no combate ao AVC, destaca a neurologista e coordenadora da Área Cerebrovascular do Programa Nacional para as Doenças Cérebro-Cardiovasculares da DGS.

“A nossa investigação mostrou que doentes com AIT não consensuais têm risco elevado de AVC”

Segundo a neurologista e investigadora em matérias de AVC, o diagnóstico de episódios de acidente isquémico transitório (AIT) deve ser rápido, de modo que “a causa seja identificada e o tratamento iniciado urgentemente para prevenir a ocorrência de um AVC”. A terapêutica assume ainda um papel primordial na prevenção.

  • 13.ª Reunião Anual das UAVC

AVC. “Falta sobretudo maior capacidade de autogestão da saúde aos nossos cidadãos”

Em entrevista, o vice-presidente da Sociedade Portuguesa do AVC admite a importância das consultas de MGF e de especialidade para a prevenção do AVC mas sublinha que o essencial são “cidadãos e famílias capazes de identificar os seus fatores de risco e motivadas e com condições sociais e culturais para os corrigir”.

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