• Infarmed determina retirada de cosmético proibido do mercado

Canábis medicinal. “O INFARMED continuará a promover um enquadramento regulatório robusto, que assegure elevados padrões de qualidade”

Em Portugal, os tratamentos com canábis medicinal são legalmente permitidos desde 2019, mas a utilização permanece relativamente limitada. Vasco Bettencourt, Diretor da Unidade de Licenciamentos da Direção de Inspeção e Licenciamentos do INFARMED, realça o papel da instituição para que haja um enquadramento regulatório robusto e que garanta a segurança dos doentes.

“Os Cuidados Paliativos não tratam o fim da vida. Tratam a vida como ela é”

No Dia Mundial dos Cuidados Paliativos Pediátricos, a Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) e várias sociedades médicas lançaram um manifesto que denuncia a situação desta área em Portugal. Em entrevista ao SaúdeOnline, Cândida Cancelinha, vice-presidente da APCP e especialista em Cuidados Paliativos Pediátricos no Hospital Pediátrico de Coimbra, explica os desafios enfrentados pelas equipas – tanto de Cuidados Paliativos Pediátricos como de adultos –, o impacto para as famílias e a urgência de garantir uma cobertura mais equitativa e eficaz. Para a médica, os Cuidados Paliativos não tratam o fim da vida, mas sim a vida em toda a sua duração, assegurando qualidade, dignidade e apoio personalizado aos doentes e suas famílias.

“O farmacêutico pode ajudar o utente a maximizar os benefícios da canábis medicinal”

O papel do farmacêutico na dispensa de canábis medicinal é fundamental, segundo a farmacêutica Ângela Rodrigues, membro do Conselho Consultivo Científico do Observatório Português da Canábis Medicinal. Contudo, alerta que falta conhecimento técnico-científico e formação específica sobre estes medicamentos/substâncias.

“Não existe um tratamento para a dor que seja igual para todos os doentes”

“Medicina à Medida” é a temática central do Congresso ASTOR 2025 - 32º Congresso de Medicina da Dor. Elsa Verdasca, presidente da ASTOR, fala sobre a abordagem individualizada da dor, que é a que faz cada vez mais sentido em Medicina.

  • ASTOR 2025

ASTOR 2025. “Não existe um tratamento para a dor que seja igual para todos os doentes”

O Congresso “ASTOR 2025 - 32º Congresso de Medicina da Dor” vai realizar-se nos dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro de 2025, no Grande Auditório do ISCTE, em Lisboa, e terá como tema principal “Medicina à Medida”. Elsa Verdasca, responsável pelo evento, fala sobre a abordagem individualizada da dor.

  • Cuidados Paliativos

“A investigação é um pilar importante para o desenvolvimento dos Cuidados Paliativos”

Valéria Semedo, coordenadora nacional de Cabo Verde para os Cuidados Paliativos (CP), vai receber, amanhã, uma Bolsa de Doutoramento na terceira edição do Congresso Multidisciplinar da Dor. Em entrevista, a responsável realça a mais-valia da colaboração da IM3M na formação de profissionais de saúde na área dos CP. O Congresso decorre entre 18 e 20 de setembro, em São Félix da Marinha (Vila Nova de Gaia).

  • canábis medicinal

“Portugal está na linha da frente do cultivo de canábis medicinal na Europa”

A evolução na área da canábis medicinal tem sido “notória”, na opinião de Catarina Paiva, farmacêutica especialista em Farmácia Comunitária. A também estudante do Doutoramento na Faculdade de Farmácia - Universidade de Coimbra e membro do Conselho Consultivo Científico do OPCM, tece algumas considerações sobre a evolução desta atividade, em Portugal.

Canábis medicinal. “A comparticipação é o melhor caminho, quer do ponto de vista financeiro quer da segurança”

Carla Dias, Presidente do Observatório Português de Canábis Medicinal (OPCM), aborda a importância da canábis medicinal no tratamento de determinadas patologias. Em entrevista ao SaúdeOnline, alerta, também, para a necessidade da comparticipação deste tratamento para se evitar, sobretudo, o recurso ao mercado ilegal.

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