6 Set, 2018

Três IPO do país acumularam prejuízos de 17 milhões de euros no ano passado

Unidade de Lisboa foi a única a melhorar o resultado líquido que, ainda assim, se mantém negativo. IPO de Porto e Coimbra registaram um aumento dos proveitos mas também dos custos e pioraram resultados.

Os prejuízos acumulados nos três Institutos de Oncologia do país chegaram aos 17 milhões de euros no ano passado, avança o jornal Correio da Manhã, com base nos respetivos Relatórios e Contas de 2017. Apesar de negativo, o resultado líquido acumulado melhorou em comparação com 2016.

O IPO de Lisboa registou um saldo negativo na ordem dos 5,4 milhões de euros e o IPO de Coimbra ficou-se pelos 2,8 milhões negativos. Já o IPO do Porto foi o que apresentou o pior resultado: um prejuízo de 8,9 milhões.

No Relatório e Contas do IPO de Lisboa, o único que melhorou os resultados do ano passado (tinha, então, tido um resultado negativo de 8,2 milhões), lê-se que “o aumento do valor do contrato-programa, resultado do reforço aos adiantamentos transferidos durante o ano, permitiu melhorar os resultados operacionais, não sendo, no entanto, suficiente para cobrir, na totalidade o aumento registado nos Custos Operacionais, particularmente com consumo de medicamentos”. Os proveitos continuam o caminho de crescimento e, em 2017, aumentaram 5,7%, para mais de 131 milhões de euros.

No IPO do Porto, aumentou o valor arrecadado em vendas/proveitos mas, por outro lado, cresceram também as despesas com pessoal e mercadorias, o que fez deslizar ainda mais o resultado líquido do exercício para 8,9 milhões (em 2017, tinha ficado nos 8,8 mihões). Já em Coimbra, o resultado cifrou nos -2,8 mihões. No entanto, no Relatório e Contas, é destacado o facto de o IPO ter “conseguido cumprir o objetivo de equilíbrio financeiro estipulado no contrato programa”.

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