Pico de reformas dos médicos de família é atingido este ano. “Sabíamos que ia acontecer e não retemos os jovens”

O saldo negativo entre aposentações e entradas de médicos de família deve manter-se nos próximos anos, aumentando o número de portugueses sem médico. Isto porque apenas 60 a 70% dos recém-especialistas ficam no SNS, número insuficiente para compensar as reformas. É necessária uma mudança de políticas para tornar o SNS mais atrativo, diz o presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Nuno Jacinto, em entrevista ao SaúdeOnline.

  • cancro da mama

Cancro da mama em homens. “Há uma grande necessidade de investigação”

O cancro da mama em homens é uma doença rara, que precisa de ser alvo de mais investigação. Pese embora alguns avanços, muitos dos conhecimentos e tratamentos são ainda extrapolados das mulheres para os homens, o que é um risco, admite a diretora da Unidade de Cancro da Mama da Fundação Champalimaud, Fátima Cardoso.

“A abordagem da dor tem de passar por equipas multidisciplinares nos CSP”

Fundador da IM3M, Hugo Ribeiro é coordenador da Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos Gaia e especialista em Medicina Geral e Familiar. Em entrevista fala sobre o impacto da dor e sobre a escassez de respostas nesta área.

  • microbiota

“O acesso a Consultas de Nutrição no SNS é manifestamente insuficiente”

Em entrevista, a coordenadora da Licenciatura em Ciências da Nutrição da NOVA Medical School considera que o acesso no SNS ainda é limitado, "não só por a procura ser maior que a oferta, como também pelo facto de a procura ser ainda inferior à real necessidade".

“Os meus pais sempre me ensinaram que, mesmo com limitações, é possível ser feliz”

Agosto é o Mês da Consciencialização e Sensibilização para a Atrofia Muscular Espinhal. Ana Isabel Gonçalves, vice-presidente da APN- Associação Portuguesa de Neuromusculares, convive com a patologia desde há 37 anos e, em entrevista, fala-nos dos desafios diários.

Falta de dermatologistas no SNS. “Há um desencanto e fora as condições são melhores”

Mais de metade dos dermatologistas trabalha fora do SNS. Em entrevista, o presidente da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV) critica os baixos salários no setor público, a falta de investimento nos serviços de dermatologia e os elevados valores pedidos em processos judiciais contra os médicos. Veja o vídeo.

Dermatologia em Moçambique. “A maior dificuldade é a abordagem terapêutica”

Por isso, é importante a participação de especialistas moçambicanos nos congressos portugueses, de onde levam "conhecimento e novas abordagens terapêuticas", salienta a dermatologista Serema Langa Luís, do Hospital Provincial de Matola (Maputo), à margem da Reunião de Primavera da SPDV.

Entrevista. Monkeypox deve “manter-se na comunidade com o mesmo padrão”

A dermatologista Cândida Fernandes, do Hospital dos Capuchos, e que viu os primeiros casos detetados de infeção por Monkeypox em Portugal, ressalva que "é difícil prever a evolução dos vírus". Veja a entrevista, feita no âmbito da Reunião Anual da Primavera da SPDV.

“Pais estão mais atentos” à patologia dermatológica na idade pediátrica

Em entrevista, a propósito da Reunião de Primavera da SPDV, a dermatologista do Hospital Egas Moniz refere que os pais estão mais informados e "procuram cada vez mais a melhor abordagem terapêutica" para as crianças. Veja o vídeo.

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