Cancro de mama Luminal B HER2 negativo. “A associação de inibidores das ciclinas à hormonoterapia tornou possível uma sobrevivência superior a 5 anos”

Os cancros de mama Luminal B representam cerca de 25% do total de casos da doença que surgem em Portugal todos os anos e têm, geralmente, um “mau prognóstico”, diz, em entrevista, a oncologista Tatiana Cunha Pereira, do IPO de Coimbra.

Entrevista. “Dois terços das bronquiolites em crianças são provocadas pelo vírus sincicial respiratório”

A infeção por este vírus, que atinge 90% das crianças até aos dois anos, pode mesmo levar ao internamento e deixar sequelas, diz, em entrevista, o pediatra Hugo Rodrigues, da Unidade Local de Saúde do Alto Minho.

Pandemia e saída de profissionais “desgastaram os serviços de Pneumologia”

Em entrevista, o diretor do Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra alerta para um excesso de referenciação de doentes dos centros de saúde para as consultas de pneumologia em algumas áreas, numa altura em que os serviços hospitalares ainda recuperam dos efeitos da pandemia e enfrentam o burnout dos profissionais. Carlos Robalo Cordeiro defende uma gestão do doente respiratório à distância e em proximidade digital, com mais indicadores de desempenho na MGF para a área respiratória.

“Há um défice de anestesiologistas, as necessidades são cada vez maiores”

Em entrevista, a presidente da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia eleita há poucos meses, alerta para o défice de especialistas no SNS, agravado pela multiplicação de áreas onde estes profissionais atuam e pela saída de anestesiologistas para o setor privado. Fátima Lima pede melhorias na organização dos hospitais de modo a fixar anestesiologistas e perspetiva que a Anestesiologia se venha a tornar na especialidade mais importante a nível hospitalar.

Doença coronária. “Os quatro principais fatores de risco continuam por controlar”

A doença coronária atinge quase meio milhão de portugueses. Em entrevista, o presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia acredita que há espaço para diminuir a prevalência da doença através de um melhor controlo dos principais fatores de risco - tabagismo, diabetes, hipertensão arterial e hipercolesterolemia. Lino Gonçalves defende um aumento da interação da Medicina Geral e Familiar com a medicina hospitalar para a aumentar a deteção precoce da doença coronária.

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