Cancro do estômago. Portugal tem a maior incidência da Europa Ocidental e a explicação está na alimentação

O elevado consumo de sal, alimentos fumados e álcool, hábitos que persistem em Portugal, aumentam o risco de cancro do estômago, alerta a Drª. Carla Freitas, coordenadora da Unidade de Patologia Esofagogástrica do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa (CHTS). Em entrevista, a especialista sublinha a importância do diagnóstico precoce da doença e realça as mais-valias da cirurgia laparoscópica.

  • doenças respiratórias

Falta de espirometrias compromete o diagnóstico precoce da DPOC

As espirometrias são “fundamentais para o diagnóstico precoce da DPOC”, prevenindo a perda de função respiratória dos doentes. No entanto, este exame não está acessível à maior parte dos ex e atuais fumadores por falta de capacidade do SNS, sublinha o pneumologista José Alves, presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão.

“Um dos desígnios da SPEDM é trabalhar em parceria com a MGF na luta contra a diabetes”

No Dia Mundial da Diabetes, João Jácome de Castro, Presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia e Diabetes Mellitus (SPEDM), alerta para uma doença que continua a ser uma preocupação.

Desafios em Oncologia. “Alargamento dos rastreios, acesso a novos fármacos e redefinição dos Centros de referência são desejáveis”

Em entrevista, o presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia, Miguel Abreu, antecipa o próximo congresso nacional da especialidade, que vai decorrer entre de 16 a 18 de novembro no Porto, para o qual parte "com expectativas altas" e aborda também o estado atual da Oncologia em Portugal e os maiores desafios nos próximos anos.

Morte assistida. “A Ordem insiste em ir contra a opinião da maioria dos médicos”

Aos 40 anos, Bruno Maia é candidato a bastonário da Ordem dos Médicos (OM). Em entrevista, critica a OM – “um reduto do conservadorismo” - por estar, de novo, e como já tinha acontecido com o aborto, a ir contra a opinião da maioria dos médicos. O neurologista do Hospital de São José defende o alargamento das carreiras médicos ao internato e a criação de uma “escola de líderes”.

Cancro do pulmão. “Rastreio de base populacional pode diminuir a mortalidade em cerca de 10%”

A implementação do rastreio a pessoas entre os 45 e os 74 anos, fumadores ou ex-fumadores há menos de 15 anos, poderia ainda "diminuir os custos bem como o impacto social e familiar que o cancro do pulmão tem", sublinha, em entrevista, António Araújo, diretor do Serviço de Oncologia do Centro Hospitalar do Porto.

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