Doença coronária. “Os quatro principais fatores de risco continuam por controlar”

A doença coronária atinge quase meio milhão de portugueses. Em entrevista, o presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia acredita que há espaço para diminuir a prevalência da doença através de um melhor controlo dos principais fatores de risco - tabagismo, diabetes, hipertensão arterial e hipercolesterolemia. Lino Gonçalves defende um aumento da interação da Medicina Geral e Familiar com a medicina hospitalar para a aumentar a deteção precoce da doença coronária.

  • Doença Valvular Cardíaca

Doença Valvular Cardíaca. “A avaliação médica regular é fundamental”

Em entrevista, o diretor do Departamento Cérebro-cardiovascular do Hospital de Évora, Lino Patrício, aborda a importância do diagnóstico precoce da doença da válvula cardíaca e pede aos colega que "não deixem de tratar os mais idosos".

Pico de reformas dos médicos de família é atingido este ano. “Sabíamos que ia acontecer e não retemos os jovens”

O saldo negativo entre aposentações e entradas de médicos de família deve manter-se nos próximos anos, aumentando o número de portugueses sem médico. Isto porque apenas 60 a 70% dos recém-especialistas ficam no SNS, número insuficiente para compensar as reformas. É necessária uma mudança de políticas para tornar o SNS mais atrativo, diz o presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Nuno Jacinto, em entrevista ao SaúdeOnline.

  • cancro da mama

Cancro da mama em homens. “Há uma grande necessidade de investigação”

O cancro da mama em homens é uma doença rara, que precisa de ser alvo de mais investigação. Pese embora alguns avanços, muitos dos conhecimentos e tratamentos são ainda extrapolados das mulheres para os homens, o que é um risco, admite a diretora da Unidade de Cancro da Mama da Fundação Champalimaud, Fátima Cardoso.

  • microbiota

“O acesso a Consultas de Nutrição no SNS é manifestamente insuficiente”

Em entrevista, a coordenadora da Licenciatura em Ciências da Nutrição da NOVA Medical School considera que o acesso no SNS ainda é limitado, "não só por a procura ser maior que a oferta, como também pelo facto de a procura ser ainda inferior à real necessidade".

Falta de dermatologistas no SNS. “Há um desencanto e fora as condições são melhores”

Mais de metade dos dermatologistas trabalha fora do SNS. Em entrevista, o presidente da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV) critica os baixos salários no setor público, a falta de investimento nos serviços de dermatologia e os elevados valores pedidos em processos judiciais contra os médicos. Veja o vídeo.

Go to Top