Hipertensão Arterial. Taxa de controlo de até 82% em cuidados primários
O estudo GPHT-PT, sobre hipertensão arterial, vai entrar numa segunda fase. Os autores lembram a importância de estratégias estruturadas, que permitem uma taxa de controlo de até 82% nos cuidados primários, quando ainda se está longe de controlar a doença.
“É necessário requalificar o papel da Medicina Interna (…) É preciso reconhecimento e remuneração adequada”
Distinguido com o Prémio Nacional de Medicina Interna 2025, Armando Carvalho, internista e professor catedrático jubilado da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, foi reconhecido pelos seus pares como uma das figuras mais marcantes da especialidade. Em entrevista, reflete sobre o significado da distinção, os desafios da Medicina Interna, o futuro do SNS e os projetos que ainda o movem — entre eles, a estruturação da nova subespecialidade de Doenças do Fígado.
Estigma e vergonha associados à obesidade afastaram pessoas de rastreio nacional
O estigma social associado à obesidade e a vergonha de ser julgado comprometeram a adesão à ação de rastreio que percorreu o país durante duas semanas e avaliou cerca de 300 pessoas.









