Incompatibilidades dos Médicos Tarefeiros – Moralizar Antes de Resolver
Medicina Interna na ULSSA
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O estudo indica também que mais de 85% das pessoas com diabetes tiveram pelo menos uma consulta no SNS em 2024, o que demonstra a recuperação da atividade assistencial nos cuidados de saúde primários após o impacto da pandemia.
O número de doentes com cancro do pâncreas tratados com sucesso “é cada vez maior”, embora a falta de rastreios eficazes continue a ser um dos principais desafios, afirma Carlos Carvalho, oncologista na Fundação Champalimaud.
No Dia Mundial dos Cuidados Paliativos Pediátricos, a Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) e várias sociedades médicas lançaram um manifesto que denuncia a situação desta área em Portugal. Em entrevista ao SaúdeOnline, Cândida Cancelinha, vice-presidente da APCP e especialista em Cuidados Paliativos Pediátricos no Hospital Pediátrico de Coimbra, explica os desafios enfrentados pelas equipas – tanto de Cuidados Paliativos Pediátricos como de adultos –, o impacto para as famílias e a urgência de garantir uma cobertura mais equitativa e eficaz. Para a médica, os Cuidados Paliativos não tratam o fim da vida, mas sim a vida em toda a sua duração, assegurando qualidade, dignidade e apoio personalizado aos doentes e suas famílias.
A Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos reconhece como positivo o facto de o aumento do acesso aos Cuidados Paliativos constar entre as grandes opções 2025-2029 e de ser mencionado na missão da Saúde do OE2026, mas considera que as intenções continuam a ser demasiado genéricas e insuficientes.
O risco de desenvolver diabetes tipo 2 é particularmente elevado entre os fumadores que consomem 20 ou mais cigarros por dia. Os investigadores apelam a mais medidas para se promover a cessação tabágica.