“Na IC, a única terapêutica eficaz na deficiência de ferro é a carboximaltose férrica endovenosa”

Existem 400 mil doentes com insuficiência cardíaca (IC) em Portugal. Esta patologia crónica, que pode ser muito incapacitante é a primeira causa dos internamentos acima dos 65 anos, pode agravar-se ainda mais se houver deficiência de ferro. O alerta é de José Silva Cardoso, cardiologista e docente da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

“É preciso ‘desburocratizar’ o papel dos MGF que passam muito tempo em tarefas sem valor clínico”

Vera Pires da Silva, especialista em Medicina Geral e Familiar (MGF) na USG Génesis do ACeS Loures/Odivelas, é a voz do 20º Encontro Nacional de Internos e Jovens Médicos de Família (ENIJMF), que decorre entre 29 de setembro e 1 de outubro, em Lisboa. Em entrevista, defende o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e algumas mudanças para melhorar as condições de trabalho no setor público.

Doença coronária. “Os quatro principais fatores de risco continuam por controlar”

A doença coronária atinge quase meio milhão de portugueses. Em entrevista, o presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia acredita que há espaço para diminuir a prevalência da doença através de um melhor controlo dos principais fatores de risco - tabagismo, diabetes, hipertensão arterial e hipercolesterolemia. Lino Gonçalves defende um aumento da interação da Medicina Geral e Familiar com a medicina hospitalar para a aumentar a deteção precoce da doença coronária.

  • Doença Valvular Cardíaca

Doença Valvular Cardíaca. “A avaliação médica regular é fundamental”

Em entrevista, o diretor do Departamento Cérebro-cardiovascular do Hospital de Évora, Lino Patrício, aborda a importância do diagnóstico precoce da doença da válvula cardíaca e pede aos colega que "não deixem de tratar os mais idosos".

Pico de reformas dos médicos de família é atingido este ano. “Sabíamos que ia acontecer e não retemos os jovens”

O saldo negativo entre aposentações e entradas de médicos de família deve manter-se nos próximos anos, aumentando o número de portugueses sem médico. Isto porque apenas 60 a 70% dos recém-especialistas ficam no SNS, número insuficiente para compensar as reformas. É necessária uma mudança de políticas para tornar o SNS mais atrativo, diz o presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Nuno Jacinto, em entrevista ao SaúdeOnline.

“A abordagem da dor tem de passar por equipas multidisciplinares nos CSP”

Fundador da IM3M, Hugo Ribeiro é coordenador da Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos Gaia e especialista em Medicina Geral e Familiar. Em entrevista fala sobre o impacto da dor e sobre a escassez de respostas nesta área.

  • microbiota

“O acesso a Consultas de Nutrição no SNS é manifestamente insuficiente”

Em entrevista, a coordenadora da Licenciatura em Ciências da Nutrição da NOVA Medical School considera que o acesso no SNS ainda é limitado, "não só por a procura ser maior que a oferta, como também pelo facto de a procura ser ainda inferior à real necessidade".

Entrega da medicação para a Hepatite C chega a demorar meses. “É injusto e uma barreira à eliminação”

Para Guilherme Macedo, parte da explicação para os atrasos está na plataforma utilizada pelos clínicos, “totalmente desajustada do que é necessário para tratar os doentes”.

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