Entrevista. “O subdiagnóstico do glaucoma é uma realidade presente em países com sistemas de saúde muito diversos”
Teresa Gomes, médica oftalmologista e coordenadora do Grupo Português de Glaucoma da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO), alerta para o “subdiagnóstico” do glaucoma. Aponta ainda a necessidade de haver formas de sinalizar os grupos de risco.
MGF Além Fronteiras. “Sempre foi nosso objetivo criar e ter umas Jornadas com temas além do habitual”
A 3.ª Edição das Jornadas MGF Além Fronteiras vão realizar-se nos dias 27 e 28 de abril, em formato híbrido, em São Félix da Marinha (Vila Nova de Gaia). Mafalda Borda d’Água é Presidente da comissão organizadora da Associação MGF Além Fronteiras, aborda, em entrevista, alguns dos temas que serão discutidos, como dependência de ecrãs e violência doméstica.
Amostras de urina e de saliva podem vir a detetar o cancro, indica um estudo
Com este novo método poder-se-á vir a ter um meio de diagnóstico menos invasivo e mais barato, de acordo coma a equipa de investigação brasileira.
Reportagem. “São cancros da mama muito graves, obrigam-nos a optar mais vezes pela mastectomia”
Em 2022, foram mais de 200 os casos de mulheres com cancro da mama que pediram apoio à Unidade de Senologia do Hospital Distrital de Santarém (HDS). Madalena Nogueira, a coordenadora, alerta para uma tendência preocupante: mulheres cada vez mais jovens com cancros mais agressivos como os triplos negativos e os HER2+.
Endometriose. “É fundamental saber ouvir a mulher que nos procura e saber pesquisar os sintomas”
Filipa Osório é ginecologista-obstetra, especialista em endometriose e membro da direção da Secção de Endoscopia da Sociedade Portuguesa de Ginecologia. No Mês da Endometriose, março, apela à valorização dos sintomas para que haja um diagnóstico precoce.
Interrupção Médica da Gravidez. “As manifestações clínicas podem não permitir um prognóstico claro até às 24 semanas”
Miguel Branco, presidente da Associação Portuguesa de Diagnóstico Pré-Natal (APDPN), alerta para a necessidade de se alterar a lei referente à interrupção médica da gravidez (IMG). Em causa está o limite de 24 semanas para interromper a gravidez em caso de anomalias graves e o facto de algumas anomalias só poderem ser detetadas posteriormente.
“Na última década assistimos a um esvaziamento dos serviços públicos de Dermatologia”
Paulo Filipe, presidente da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), falou do estado da Dermatologia no Serviço Nacional de Saúde e das medidas que considera que deveriam ser tomadas, no sentido de se fixar estes especialistas nos serviços públicos.









