Dependências. “As unidades mantêm-se graças à capacidade de resistência dos profissionais”

O uso de substâncias psicadélicas para fins terapêuticos foi um dos temas do encontro “Cérebro e a Vontade: Atualização em Dependências , que se realizou em maio, em Coimbra. João Curto, psiquiatra e membro da comissão organizadora, fala da importância destas terapêuticas e alerta também para a escassez de recurso humanos na área da Adictologia.

Diabetes e obesidade. “É fundamental apostar na articulação entre cuidados primários e hospitalares”

Davide Carvalho é o presidente das 14.ºas Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Norte, que decorrem hoje e amanhã, em Vila Nova de Gaia. Em entrevista ao SaúdeOnline, o responsável realça o aumento de casos de diabetes após a pandemia e alerta para a necessidade de se tratar a obesidade como doença.

“O diálogo entre os cuidados primários e hospitalares é muito importante”

Luciana Couto, especialista em Medicina Geral e Familiar, é a Presidente de Honra das 14.as Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Norte. Em entrevista, a médica realça a necessidade de se apostar na educação para a saúde desde a infância.

“Existe claramente um défice de unidades de Reabilitação Cardíaca no SNS”

Filipe Macedo, diretor do Programa Nacional para a Promoção das Doenças Cérebro-Cardiovasculares da Direção-Geral da Saúde, considera que têm sido dados passos importantes nesta área. É o caso da criação das vias verde AVC e EAM, contudo, diz que ainda é preciso apostar mais na educação para a saúde e na reabilitação cardíaca.

“O grande desafio é manter o excelente nível da prática médica na doença hepática”

Em entrevista ao SaúdeOnline, Manuel Arsénio Santos fala sobre o facto de ter assumido recentemente a presidência da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF), para o biénio 2023-2025. O internista e subespecialista em Doenças do Fígado no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra confessa ter um desejo: “Que a crise que o SNS atravessa não venha a afetar a qualidade” da prática médica na doença hepática.

“A terapêutica modificadora da EM deve ser iniciada tão precocemente quanto possível”

No âmbito do Dia Mundial da Esclerose Múltipla (EM), que se assinala hoje, Carlos Capela, neurologista do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central, fala sobre a importância das pessoas com EM se envolverem no seu tratamento, estando sensíveis para a necessidade de fazer a terapêutica adequada.

EM. “O início precoce de terapêutica está associado a uma melhor evolução clínica”

No âmbito do Dia Mundial da Esclerose Múltipla, Rui Pedro Guerreiro, médico do Serviço de Neurologia do Hospital de São Bernardo/Centro Hospitalar de Setúbal, fala da doença, das suas causas e sintomas, assim como da importância de se fazer um diagnóstico precoce e de se iniciar a terapêutica quanto antes.

“Estou a tomar a medicação para a esclerose múltipla e vou fazê-lo toda a vida”

Tem 32 anos de idade e esclerose múltipla (EM) há 17 anos. Definindo-se como “uma pessoa de fé”, Margarida Piçarra Navalhinhas, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), coordenadora da Delegação de Évora e Socióloga da SPEM, conta-nos um pouco da sua história de vida, salientando que a EM também lhe tem trazido coisas boas.

“É necessário investir nos serviços de Cardiologia, fornecendo mais recursos para a intervenção estrutural”

Rita Calé Theotónio é a mais recente presidente da Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC). Em entrevista ao SaúdeOnline, a cardiologista de intervenção do Hospital Garcia de Orta, em Almada, fala deste desafio, também pessoal, que assumiu em prol da Cardiologia de Intervenção.

António Gentil Martins. “Defendo um seguro nacional de saúde obrigatório”

Com uma lucidez desarmante e uma memória invejável, o cirurgião pediátrico António Gentil Martins – 92 anos – desfia a origem da sua paixão pela Medicina e a carreira, de mais de seis décadas. O também ex-bastonário da Ordem dos Médicos acredita que o SNS “não tem salvação” se não mudar de modelo e pede liberdade de escolha para os portugueses no acesso à saúde, através de um sistema convencionado e que incluiria um seguro obrigatório para todos.

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