“É preciso desmistificar o que é a canábis medicinal”
Isabel Maia é enfermeira e é diretora de uma clínica de reabilitação neurológica. Foi precisamente no contacto com doentes neurológicos, inclusive crianças, que se apercebeu do impacto da canábis medicinal na melhoria da qualidade de vida. Integrando o Observatório Português para a Canábis Medicinal (OPCM), realça que é preciso apostar-se na informação e na formação.
Cuidados Paliativos exigem resposta estrutural urgente
A Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos exige ao Governo medidas estruturais imediatas após um relatório da ERS revelar que mais de metade dos utentes referenciados morreu em 2024 antes de ter acesso a cuidados paliativos no SNS.
250 profissionais de São Tomé e Príncipe obtiveram formação em Cuidados Paliativos através de ação da Iniciativa Médica 3MED
Médico da ECSCP Gaia – ULS Gaia e Espinho; Professor auxiliar convidado da FMUC e da FMUP; Investigador integrado no iCBR - CIMAGO; IM3M
Canábis medicinal. “O INFARMED continuará a promover um enquadramento regulatório robusto, que assegure elevados padrões de qualidade”
Em Portugal, os tratamentos com canábis medicinal são legalmente permitidos desde 2019, mas a utilização permanece relativamente limitada. Vasco Bettencourt, Diretor da Unidade de Licenciamentos da Direção de Inspeção e Licenciamentos do INFARMED, realça o papel da instituição para que haja um enquadramento regulatório robusto e que garanta a segurança dos doentes.
Dor crónica como sintoma ou como doença
Professora Coordenadora Principal da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro; Presidente do Pain, Mind, and Movement Special Interest Group da International Association for the Study of Pain; e Coordenadora do livro Intervenção em Dor - Comunicação e Educação em Fisioterapia (LIDEL)
Dor crónica nos Cuidados de Saúde Primários
Médico de Família na USF Ramada, ULS Loures-Odivelas; Coordenador da Consulta de Dor da USF Ramada; Membro da Coordenação do Grupo de Estudos de Dor da APMGF (MGF.dor)








