Especialistas defendem criação de políticas de saúde para enfrentar a dor crónica
A plataforma SIP Portugal alerta para o impacto da dor crónica e pede políticas de saúde, para que a doença deixe de ser “invisível”.
A plataforma SIP Portugal alerta para o impacto da dor crónica e pede políticas de saúde, para que a doença deixe de ser “invisível”.
Coordenador do Núcleo de Estudos de Medicina Paliativa da SPMI
O projeto de Cuidados Paliativos para crianças e jovens de Coimbra e Leiria conta com sessões que são compostas por “encontros ancorados no som, na música, no vínculo e na empatia da compaixão”.
Os promotores da petição lembram que a vacina da zona já foi incluída nos calendários vacinais de 13 países europeus. Entre julho de 2023 e junho de 2024, foram diagnosticados em Portugal 62.985 adultos com zona, que necessitaram de cuidados de saúde devido às complicações da doença.
As organizações apelam ao desenvolvimento e implementação de um Plano Nacional para os Cuidados Paliativos e o reconhecimento da Medicina Paliativa como especialidade médica.
Embora raro, o osteossarcoma afeta cerca de cinco pessoas por milhão de habitantes/ano, com maior incidência entre os 10 e os 25 anos, registando-se um segundo pico de casos, menos frequente, por volta dos 60 anos.
Para colmatar as falhas existentes na formação em Cuidados Paliativos, os investigadores defendem programas mais longos e a criação da especialidade de Medicina Paliativa.
Os Cuidados Paliativos em Cabo Verde têm avançado muito graças à partilha e à formação de portugueses, mas o trabalho desenvolvido até ao momento também é exemplo para Portugal, segundo o médico paliativista Hugo Ribeiro.