Canábis medicinal. “A comparticipação é o melhor caminho, quer do ponto de vista financeiro quer da segurança”

Carla Dias, Presidente do Observatório Português de Canábis Medicinal (OPCM), aborda a importância da canábis medicinal no tratamento de determinadas patologias. Em entrevista ao SaúdeOnline, alerta, também, para a necessidade da comparticipação deste tratamento para se evitar, sobretudo, o recurso ao mercado ilegal.

  • Cuidados Paliativos Pediátricos

“Os Cuidados Paliativos Pediátricos não se destinam apenas a crianças com cancro”

Quase 90% das crianças com doença avançada, em Portugal, não têm acesso a uma equipa de Cuidados Paliativos Pediátricos (CPP), segundo Cândida Cancelinha, médica coordenadora das Equipas de CPP do CHUC e vice-presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos.

  • João Gramaça

Cancro da bexiga. “Um doente com sintomas carece sempre de descartar uma infeção ou incontinência urinária

Maio é o mês da consciencialização para o cancro da bexiga. Em entrevista, João Gramaça, especialista em Oncologia Médica, fala da importância de não descurar os sintomas, que podem ser facilmente confundíveis com casos de incontinência ou de infeção urinária. Aborda ainda as opções de tratamento atuais, bem como o papel do HPV enquanto fator de risco neste cancro.

Cuidados Paliativos. “Os decisores políticos não têm dado a esta área a prioridade que precisa”

Presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, a enfermeira Catarina Pazes fala desta área tão importante e necessária para o bem-estar dos doentes e das famílias, mas cuja sua necessidade não é devidamente entendida, o que dificulta a referenciação e o acesso. No seu entender é preciso sensibilizar a população em geral, mas também os próprios profissionais de saúde e os decisores políticos.

  • Márcio Tavares

Mieloma múltiplo. “Apesar de incurável, está a evoluir para uma doença crónica”

Durante o mês de março assinala-se a luta contra o mieloma múltiplo. Em entrevista, Márcio Tavares, Hematologista na Unidade Local de Saúde (ULS) Gaia e Espinho, fala sobre este tipo de cancro hematológico, que diz respeito ao "segundo mais comum, apenas precedido pelo linfoma".

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