Novas gerações do setor da saúde sem interesse por cargos de chefia por falta de incentivos

A nova geração de profissionais que trabalha no setor da saúde mostra-se pouco motivada para assumir cargos de liderança, de acordo com um estudo do Movimento LIFE – Liderança no Feminino na Saúde.

“Uma pessoa com esquizofrenia pode ter uma vida ativa e funcional, com o tratamento adequado”

Quando se fala em esquizofrenia, ainda impera a ideia de que são pessoas que não conseguem ter vida profissional e familiar. Mas tal não corresponde à realidade, quando se tem acesso ao tratamento mais adequado. Henrique Prata Ribeiro é psiquiatra no Hospital Beatriz Ângelo – ULS Loures/Odivelas e fala sobre a doença, no âmbito da campanha “Vivo com esquizofrenia. E então?”.

“Enquanto o SNS se mantiver como está, vamos continuar a assistir ao seu definhamento progressivo”

Armando Brito de Sá aposentou-se ao fim de 41 anos de Medicina, dos quais 37 em Medicina Geral e Familiar, mas não ficou parado. Reduziu o número de horas dedicadas à profissão, mas mantém-se como médico ativo no Serviço Nacional de Saúde. Tendo participado na reforma dos cuidados de saúde primários, admite que não é fácil ir embora. Em entrevista, alerta para a necessidade de se mudar o atual modelo de saúde, para não se correr o risco do colapso do SNS. E deixa algumas dicas aos mais jovens para que a MGF seja sinal de satisfação e não de burnout.

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