2 Jun, 2025

Foi lançado um Guia Prático de Doenças Respiratórias para diferentes especialidades

Melhorar os cuidados em doenças respiratórias, otimizando a comunicação e a referenciação entre cuidados de saúde primários e hospitalares são objetivos do 1.º Guia Prático de Doenças Respiratórias.

Foi lançado um Guia Prático de Doenças Respiratórias para diferentes especialidades

O 1.º Guia Prático de Doenças Respiratórias conta com o apoio institucional e científico da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) e da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) e é lançado pela AstraZeneca.

O Guia Prático de Doenças Respiratórias foi desenvolvido por um Comité Científico multidisciplinar, constituído por especialistas em Medicina Geral e Familiar (MGF), Pneumologia e Imunoalergologia. Dirigido a todos os médicos de MGF, Pneumologia, Imunoalergologia, Medicina Interna e internos destas especialidades, o guia abrange oito patologias respiratórias, como asma, asma grave, DPOC, síndrome de apneia obstrutiva do sono, as doenças infeciosas, doença intersticial, tosse crónica, MCDT e comorbilidades.

O documento, disponibilizado em formato digital, é composto por oito capítulos, um por patologia, onde é estruturada toda a informação em seis tópicos essenciais: definição, diagnóstico, tratamento, critérios de referenciação para consulta hospitalar, critérios de retorno aos CSP e plano de seguimento e principais resultados dos exames de diagnóstico. “Para respondermos melhor às necessidades dos nossos doentes respiratórios, é essencial que haja uma verdadeira integração dos cuidados, centrada no doente e que flua de forma bidirecional, facilitando a colaboração entre os cuidados primários e os serviços hospitalares”, refere Nuno Jacinto, presidente da APMGF.

Este Guia pretende contribuir para uma abordagem prática a algumas das  patologias respiratórias mais comuns que possam exigir uma referenciação para consulta hospitalar. Aliada à referenciação, procura também promover a integração dos cuidados de saúde às pessoas com patologias respiratórias, contribuindo para a uniformização dos cuidados a nível nacional.

“A interação entre a MGF e a Medicina Hospitalar é necessária em toda a fase de evolução da doença, dado que apenas uma comunicação próxima e funcional entre estes dois componentes permite a monitorização da doença e respetivo tratamento de forma coerente e adequada”, salienta António Morais, ex-presidente da SPP.

SO

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