Criada em Coimbra associação na área da Trombose e Hemostase
Um grupo de imuno-hemoterapeutas querem reunir diferentes especialistas para se partilhar e produzir conhecimento em patologias que afetam crianças e adultos.
Um grupo de imuno-hemoterapeutas querem reunir diferentes especialistas para se partilhar e produzir conhecimento em patologias que afetam crianças e adultos.
Todos os anos, cerca de 1,3 milhões de pessoas morrem devido ao fumo passivo, de acordo com a OMS. A organização alerta para o maior risco de morte por doenças cardíacas, AVC, doenças respiratórias, diabetes tipo 2 e cancro.
Cristina Pais, médica interna de Formação Específica de Medicina Geral e Familiar do ACES Entre Douro e Vouga II - Aveiro Norte - USF Vale do Vouga
Foi criada recentemente a Coligação Nação Invisível pela saúde cérebro-cardiovascular dos portugueses. Trata-se de um movimento agregador de todas as esferas da sociedade que queiram contribuir para uma atuação integrada na prevenção, diagnóstico atempado e acompanhamento adequado na doenças cérebro-cardiovasculares. A Coligação resulta de uma colaboração entre a Associação de Apoio aos Doentes com Insuficiência Cardíaca (AADIC), a Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC), a Portugal AVC – União de Sobreviventes, Familiares e Amigos (PT.AVC), e a Novartis. Em entrevista ao SaúdeOnline, António Conceição, presidente da Portugal AVC, fala-nos deste movimento.
Segundo os resultados de um estudo, que no ano letivo de 2021/2022 avaliou 6.205 crianças, Portugal situa-se a par da média europeia (29%), com uma em cada três crianças a apresentar excesso de peso.
Devido ao ruído provocado pelos transportes há, pelo menos, 18 milhões de europeus extremamente irritados e cinco milhões com grandes distúrbios de sono, de acordo com a Agência Europeia do Ambiente.
Filipe Macedo, diretor do Programa Nacional para a Promoção das Doenças Cérebro-Cardiovasculares da Direção-Geral da Saúde, considera que têm sido dados passos importantes nesta área. É o caso da criação das vias verde AVC e EAM, contudo, diz que ainda é preciso apostar mais na educação para a saúde e na reabilitação cardíaca.
Médico - Consulta Cessação Tabágica, USF Colina de Odivelas