Estudo revela “grandes assimetrias regionais” na qualidade dos cuidados materno-infantis
De acordo com uma investigadora do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, a qualidade dos cuidados materno-infantis foi “mais elevada a Norte e em Lisboa e mais baixa na região Centro”.
Interrupção Médica da Gravidez. “As manifestações clínicas podem não permitir um prognóstico claro até às 24 semanas”
Miguel Branco, presidente da Associação Portuguesa de Diagnóstico Pré-Natal (APDPN), alerta para a necessidade de se alterar a lei referente à interrupção médica da gravidez (IMG). Em causa está o limite de 24 semanas para interromper a gravidez em caso de anomalias graves e o facto de algumas anomalias só poderem ser detetadas posteriormente.








