• Estenose aórtica

Estenose aórtica. “Os centros do SNS têm cada vez menos capacidade de resposta”

Jorge Mimoso, diretor do Serviço de Cardiologia na ULS do Algarve, alerta para o problema da estenose aórtica e para a dificuldade crescente de se dar resposta. No âmbito das X Jornadas de Cardiologia e Hipertensão do Algarve, que decorreram em novembro, o responsável apela, ainda, a que haja mais uma valência de cirurgia cardíaca e uma sala de hemodinâmica na região algarvia para se dar uma resposta local aos doentes da região.

  • HTA

Prémio Missão 70/26 incentiva inovação no controlo da hipertensão arterial

Na segunda edição do Prémio Missão 70/26, Rosa de Pinho, presidente da Sociedade Portuguesa de Hipertensão, sublinha que a iniciativa pretende estimular os profissionais de saúde a desenvolver projetos que promovam a literacia e a adesão terapêutica em saúde, com foco no controlo da hipertensão arterial.

  • Geriatria

“A criação da especialidade de Geriatria poderá alavancar o desenvolvimento de novas respostas clínicas assistenciais”

Entre 28 e 29 de novembro, Tomar acolhe a 7.ª Reunião do Núcleo de Estudos de Geriatria da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (NEGERMI), evento em que se pretende debater os desafios e inovações no cuidado ao idoso em Portugal. Em entrevista ao SaúdeOnline, a coordenadora do NEGERMI, Sofia Duque, destaca a necessidade de se caminhar no sentido da implementação no Serviço Nacional de Saúde (SNS) de respostas clínicas especializadas para as pessoas mais velhas, como unidades de geriatria de agudos nos hospitais ou a valência de saúde do idoso nos cuidados de saúde primários (CSP).

“Além da estética do pavilhão auricular, a microtia pode estar associada a problemas auditivos”

Diogo Andrade Guimarães, especialista em cirurgia plástica no Hospital Dona Estefânia e na Clínica Ana Silva Guerra, fala sobre o impacto da microtia na audição e na saúde mental.

“Um dos grandes receios era que os CSP fossem ‘engolidos’ pelos hospitais e nalguns locais isso aconteceu”

Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), faz um balanço das mudanças que se têm sentido, nos últimos meses, no setor da saúde, em particular nos CSP. No caso específico das unidades locais de saúde (ULS), o responsável fala em assimetrias regionais e apela a que não seja posta em causa a autonomia dos cuidados primários.

  • Ginecologia e Obstetrícia

“O COGI é uma oportunidade para os médicos portugueses interagirem com os melhores especialistas mundiais”

O COGI - World Congress on Controversies in Obstetrics, Gynecology & Infertility regressou a Portugal. Em entrevista, Diogo Ayres de Campos, presidente local do evento e da Federação das Sociedades Portuguesas de Obstetrícia e Ginecologia, destacou os desafios da organização e a importância de debater temas inovadores e controversos, sublinhando a relevância de envolver os médicos portugueses no panorama científico global.

“Portugal passou das piores posições da Europa para uma das melhores do mundo, em Saúde Materno-Infantil”

Fátima Faustino, presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia e membro da Comissão Científica do COGI - World Congress on Controversies in Obstetrics, Gynecology & Infertility, destaca o impacto do congresso na partilha global de conhecimento, abordando temas inovadores como a Inteligência Artificial na Ginecologia e a Robótica na Cirurgia. A ginecologista reforça os avanços de Portugal em Saúde Materno-Infantil e os desafios enfrentados pela especialidade, como a falta de investimento em investigação.

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