Cancro do fígado e o das vias biliares continuam a ser das doenças oncológicas com maior taxa de mortalidade

A Europacolon apela ao diagnóstico precoce e à prevenção do cancro do fígado e o das vias biliares, cujos sintomas costumam ser inespecíficos nas fases iniciais. Médicos lembram que, nos últimos anos, têm surgido novas terapêuticas, como a adição da imunoterapia à combinação de quimioterapia, que melhorou a sobrevida em doentes.

Cancro do cérebro. “Por ser doença rara, há dificuldades no acesso a informação clara e fidedigna”

O cancro do cérebro é uma patologia rara, mas com forte impacto na vida de doentes e cuidadores. Renato Daniel, presidente da Associação Portuguesa de Cancro no Cérebro (APCCEREBRO) alerta para a falta de informação, assim como para o acesso desigual ao diagnóstico e tratamento e as falhas no apoio à saúde mental e reabilitação física.

Incidência do cancro do pâncreas cresce “de forma preocupante” nos países industrializados

O número de doentes com cancro do pâncreas tratados com sucesso “é cada vez maior”, embora a falta de rastreios eficazes continue a ser um dos principais desafios, afirma Carlos Carvalho, oncologista na Fundação Champalimaud.

“Os Cuidados Paliativos não tratam o fim da vida. Tratam a vida como ela é”

No Dia Mundial dos Cuidados Paliativos Pediátricos, a Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) e várias sociedades médicas lançaram um manifesto que denuncia a situação desta área em Portugal. Em entrevista ao SaúdeOnline, Cândida Cancelinha, vice-presidente da APCP e especialista em Cuidados Paliativos Pediátricos no Hospital Pediátrico de Coimbra, explica os desafios enfrentados pelas equipas – tanto de Cuidados Paliativos Pediátricos como de adultos –, o impacto para as famílias e a urgência de garantir uma cobertura mais equitativa e eficaz. Para a médica, os Cuidados Paliativos não tratam o fim da vida, mas sim a vida em toda a sua duração, assegurando qualidade, dignidade e apoio personalizado aos doentes e suas famílias.

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