Mais de 570.000 portugueses adultos vivem com asma, indica estudo

Mais de 570.000 adultos vivem com asma em Portugal e um em cada três doentes asmáticos não têm o diagnóstico registado no processo clínico nos cuidados de saúde primários, indica um estudo que é hoje apresentado em Lisboa.

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Doença venosa crónica afeta “30 a 40% da população”

A doença venosa crónica é uma patologia que afeta grande parte da população nacional e até mesmo mundial. Em entrevista, Sérgio Silva, cirurgião vascular, fala sobre esta condição, os tratamentos disponíveis e as possíveis complicações futuras, caso o doente não procure um diagnóstico formal que lhe possibilite tratar o problema.

Cuidados Paliativos. “Os decisores políticos não têm dado a esta área a prioridade que precisa”

Presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, a enfermeira Catarina Pazes fala desta área tão importante e necessária para o bem-estar dos doentes e das famílias, mas cuja sua necessidade não é devidamente entendida, o que dificulta a referenciação e o acesso. No seu entender é preciso sensibilizar a população em geral, mas também os próprios profissionais de saúde e os decisores políticos.

“Apenas 2% dos doentes que deveriam fazer reabilitação respiratória têm acesso ao tratamento”

A reabilitação respiratória tem um impacto direto na diminuição das exacerbações, internamentos hospitalares e consequente mortalidade relacionada com doenças respiratórias crónicas. Em entrevista, Patrícia Garrido, médica pneumologista, explica o que é a reabilitação respiratória, a quem se destina e quais os seus benefícios.

Osteogénese Imperfeita. Uma doença rara que provoca fraturas ósseas

Fátima Godinho é Reumatologista e Presidente da Associação Portuguesa de Osteogénese Imperfeita (APOI). À margem do “Bone Dysplasias 2024: Simpósio de Displasias Ósseas”, que vai decorrer entre 16 e 18 de maio, em Lisboa, fala dos sintomas desta doença rara que afeta ossos, mas não só.

FNAM. Direção-executiva do SNS é estrutura “pesada, pouco funcional, com poderes excessivos”

A presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM) defendeu que a direção-executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS) é uma estrutura “muito pesada, pouco funcional, com orçamento descabido” e “poderes excessivos” que Governo terá que decidir se mantém.

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