Estudo da Universidade do Porto alerta para falhas na deteção de maus-tratos a idosos nos cuidados de saúde

O estudo revela que apenas 36,5% dos médicos de família sabem como reportar casos suspeitos de maus-tratos a idosos, evidenciando falhas no processo de denúncia. “Os dados não são muito animadores”, reconheceu a investigadora, acrescentando que a elevada carga de trabalho nos cuidados de saúde primários pode dificultar a identificação destas situações.

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Os participantes foram seguidos desde os 13 anos até aos 30, tendo os investigadores recolhido ao longo desse período autorrelatos de agressividade, relatos dos pais sobre conflitos familiares e avaliações feitas por colegas sobre comportamentos nas relações sociais.

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