Nova investigação e dados de vida real de Yescarta demonstram benefício para os doentes tratados em segunda linha

A análise mostra que doentes com linfoma difuso de grandes células B recidivante/refratário tratados com axicabtagene ciloleucel em segunda linha apresentaram uma melhor taxa de sucesso de fabrico e o dobro de células T do tipo naïve em comparação com doentes tratados em terceira linha ou mais.

Células CAR-T estão a ser utilizadas “em fases mais precoces do tratamento, aumentando a eficácia”

Manuel Abecassis, presidente da Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL), participou num evento sobre Imunoterapia que decorreu, no último sábado, em Lisboa, centrado na atualização de conhecimentos sobre tratamentos com células CAR-T. De acordo com o especialista, estas células são "uma inovação extraordinária, com um grande potencial mas muito exigente na sua aplicação dada a considerável toxicidade do produto e a necessidade de uma seleção rigorosa dos doentes".

  • Márcio Tavares

Mieloma múltiplo. “Apesar de incurável, está a evoluir para uma doença crónica”

Durante o mês de março assinala-se a luta contra o mieloma múltiplo. Em entrevista, Márcio Tavares, Hematologista na Unidade Local de Saúde (ULS) Gaia e Espinho, fala sobre este tipo de cancro hematológico, que diz respeito ao "segundo mais comum, apenas precedido pelo linfoma".

Mieloma múltiplo: a esperança no avanço científico e no desenvolvimento de terapêuticas inovadoras

O podcast Vidas lançou um novo episódio esta semana dedicado ao mieloma múltiplo. O 7º episódio aborda a importância da literacia em saúde e da sensibilização para a doença, junto da sociedade, mas também dos profissionais de saúde dos cuidados primários. O contributo das Associações de Doentes durante todo o processo é também um tema em destaque.

Maioria dos portugueses com mieloma múltiplo nunca ouviu falar da doença

A maioria (87,1%) dos portugueses confrontados com o diagnóstico de mieloma múltiplo (MM) nunca tinha ouvido falar desta doença, apresentando apreensão e tristeza no momento do diagnóstico, com 36,6% a afirmar a necessidade de apoio psicológico para ajudar na gestão da sua doença.

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