“A solidão associa-se a aumento de problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e metabólicas”

O combate à solidão deve ser uma prioridade, segundo André Rodrigues, médico coordenador das Residências Sénior emeis e membro fundador da Associação dos Médicos dos Idosos Institucionalizados. O responsável alerta que a solidão está relacionada com problemas de saúde, que podem ser graves.

“A doença renal crónica é uma doença assintomática até fases tardias”

Serafim Guimarães, Vogal da Direção da Associação Nacional de Centros de Diálise (ANADIAL), alerta que a doença renal crónica não dá sintomas, nas fases iniciais, e apela ao rastreio. Nas fases mais avançadas, a doença implica tratamento com diálise, o que tem um impacto significativo na qualidade de vida.

WONCA 2025. “Será uma montra das boas práticas em MGF em Portugal”

Nina Monteiro, co-chair do WONCA 2025, faz uma antevisão do WONCA 2025, o evento que reúne internos e especialistas de Medicina Geral e Familiar de diferentes partes do mundo. O primeiro prazo de inscrições, com valor mais baixo, termina a 25 de junho e os trabalhos podem ser submetidos até 31 de março.

Síndrome de apneia obstrutiva do sono associada a maior risco de doença coronária e AVC

Daniela Ferreira, pneumologista e Presidente da Associação Portuguesa do Sono, alerta para os sinais e sintomas da síndrome de apneia obstrutiva do sono. A patologia está associada a outros problemas de saúde, por isso deve procurar-se apoio médico na fase inicial. Hoje assinala-se o Dia Mundial do Sono.

Doença renal crónica. “A pesquisa de albumina na urina, por si só, não é suficiente para diagnóstico precoce”

A doença renal crónica, nas fases iniciais, é assintomática, o que contribui para o atraso no diagnóstico. No Dia Mundial do Rim, que se assinala hoje, Fernando Domingos, diretor do Serviço de Nefrologia da ULS Amadora-Sintra, alerta para a importância do diagnóstico precoce, com base na relação albuminúria/creatininúria.

“A grande prioridade é a melhoria da formação médica em todas as suas vertentes e fases”

Aluno do 6.º ano, Paulo Peres assumiu recentemente a presidência da Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM). O futuro médico fala sobre os desafios da formação médica em Portugal, destacando a importância da qualidade no ensino, as condições de trabalho dos internos e a necessidade de maior apoio à saúde mental dos estudantes.

“Estudos científicos apontam para uma forte correlação entre perda auditiva e degradação cognitiva”

Ouvir bem é importante para a qualidade de vida, mas também para prevenir o surgimento ou o agravamento de problemas cognitivos, nomeadamente de demências. Celso Martins é audiologista e Professor Convidado na Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro e alerta para esta correlação.

HPV e vacinação. “Existe eficácia demonstrada na redução das lesões”

A vacinação contra a infeção por HPV tem permitido a redução de lesões como condilomas. Face aos seus benefícios, o médico de família tem “um papel imprescindível” para se alcançar a imunidade de grupo, como defendem as médicas de família Ana Sofia Marafona, da ULS São João, e Jéssica Nunes, da ULS Algarve.

“O grande retorno das Jornadas tem sido melhor Medicina, num espírito de multidisciplinaridade”

João Jácome de Castro, presidente das 14.ªs Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF na Zona Sul, destaca “a significativa melhoria da prática clínica” nas áreas da diabetes e da obesidade, nos últimos anos. Em entrevista, afirma, ainda, a importância do trabalho multidisciplinar e do combate à inércia terapêutica, sobretudo no que diz respeito ao excesso de peso.

Menos rigidez nas USF e deixar de lado os “pecados” da reforma

Jaime Correia de Sousa e Isabel Pereira dos Santos receberam, em ex-aequo, o Prémio “Médico de Família ao Longo da Vida” na Gala Prémio Médicos de Família de Ouro, que decorreu em janeiro, no Porto. Numa conversa de amigos e colegas, falam sobre o passado, o presente e o futuro da Medicina Geral e Familiar. Em suma, ambos concordam que é preciso alterar o “o modelo rígido das USF” quer do ponto de vista organizacional quer funcional, para que permita a atratibilidade e fixação de médicos no Serviço Nacional de Saúde.

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