“Os rastreios do cancro do pulmão são fundamentais”

Telma Sequeira, pneumologista do IPO de Lisboa, fala acerca da importância de Portugal integrar um programa de rastreios-piloto a nível europeu para o cancro do pulmão, assim como dos sinais e sintomas da doença e dos tratamentos disponíveis. Na sua opinião, o futuro é “risonho”. A organização do programa de rastreios a nível europeu e a investigação de novas terapêuticas vão, no futuro, permitir tratar o cancro do pulmão como “uma doença crónica e diminuir a sua mortalidade”.

“A Oncologia de precisão é um avanço significativo, que espero que continue a desenvolver-se”

23 de setembro foi o Dia de Sensibilização para o Cancro da Tiroide. Maria João Oliveira, endocrinologista, membro do Grupo de Estudos da Tiroide e da Associação das Doenças da Tiroide, fala deste carcinoma, da importância de se informar e sensibilizar a população para esta patologia, assim como dos avanços científicos que se têm verificado, nomeadamente com a realização dos testes moleculares e da implementação da Oncologia de Precisão.

  • doenças respiratórias

Relatório revela menos mortes por pneumonia e manutenção das mortes por cancro do pulmão até 2022

Os resultados do 16.º Relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias (ONDR), responsável por analisar o panorama da saúde respiratória a nível nacional, entre 2018 e 2022, foram divulgados hoje. Concluiu-se que em 2021 o número de mortes por doenças respiratórias diminuiu face a 2020, registando-se o óbito de 10.255 pessoas, menos 988 do que no ano anterior.

  • Doenças hemato-oncológicas

Doenças hemato-oncológicas. “Os doentes devem manter um follow-up para despiste de eventuais complicações tardias”

Manuel Abecasis, presidente da Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL), fala sobre doenças hemato-oncológicas na véspera das Jornadas Nacionais Virtuais, que se realizam amanhã. Além de abordar os avanços nos tratamentos, alerta para a importância dos direitos de quem teve um cancro.

  • Cancro cabeça pescoço

Cancro Cabeça Pescoço. “Todos os anos são diagnosticados 2.500 a 3 mil novos casos”

No âmbito da 11.ª Campanha de Sensibilização para o Cancro da Cabeça e Pescoço - Make Sense, que tem este ano como foco a prevenção primária, secundária e terciária, Ana Joaquim, médica oncologista dedicada à investigação na European Organization for Research and Treatment of Cancer (EORTC), em Bruxelas, e presidente do Grupo de Estudos de Cancro de Cabeça e Pescoço, fala da patologia, referindo que, todos os anos, são diagnosticados quase 3 mil novos casos no nosso país.

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