“Enquanto o SNS se mantiver como está, vamos continuar a assistir ao seu definhamento progressivo”

Armando Brito de Sá aposentou-se ao fim de 41 anos de Medicina, dos quais 37 em Medicina Geral e Familiar, mas não ficou parado. Reduziu o número de horas dedicadas à profissão, mas mantém-se como médico ativo no Serviço Nacional de Saúde. Tendo participado na reforma dos cuidados de saúde primários, admite que não é fácil ir embora. Em entrevista, alerta para a necessidade de se mudar o atual modelo de saúde, para não se correr o risco do colapso do SNS. E deixa algumas dicas aos mais jovens para que a MGF seja sinal de satisfação e não de burnout.

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