“Temos de evoluir para uma medicina mais personalizada e centrada no doente”

Em entrevista ao SaúdeOnline, Ana Teresa Timóteo, presidente do Congresso Português de Cardiologia (CPC) 2023, falou da organização deste evento, dos objetivos delineados e do seu tema central: “Shaping the Future”. A cardiologista vê o futuro da medicina cardiovascular com otimismo. Refere que a inovação terá impacto no diagnóstico e no tratamento dos doentes, que deve ser, cada vez, mais personalizado e centrado nas necessidades de cada um.

Insuficiência Cardíaca. “Um fluxo mais harmonioso e dinâmico entre hospital e MGF faria a diferença no tratamento”

Entre 26 e 28 de janeiro, decorre a reunião Heart Team 2023, no Porto, organizada pelo Grupo de Estudos de Insuficiência Cardíaca (GEIC) da Sociedade Portuguesa de Cardiologia. O coordenador do GEIC, José Silva Cardoso, deixa algumas ideias do que irá estar em debate, como a organização de cuidados.

Manuel Carrageta. “Cardiologia e MGF estão de mãos dadas e quem mais ganha é o doente”

As 37.as Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes realizaram-se entre 12 e 14 de janeiro, em Sesimbra. Manuel Carrageta recorda os primeiros tempos de uma iniciativa que começou por ser apenas local, mas fala também de algumas das temáticas abordadas no evento como reabilitação cardíaca e o benefício do Perdão na saúde cardiovascular.

Mário Moura realça importância da ligação entre cuidados primários e hospitalares

Mário Moura, médico de família e ex-presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), é figura de destaque desde as primeiras jornadas, que se realizaram há 37 anos.

Doenças cardiovasculares. “As mulheres desvalorizam as queixas e o seu risco cardiovascular”

A desvalorização dos sintomas por parte das mulheres e também dos profissionais de saúde leva a que estas procurem menos frequentemente ajuda médica, o que conduz a um diagnóstico mais tardio (como no caso do enfarte agudo do miocárdio) e ao subtratamento, alerta, em entrevista, a cardiologista Brenda Moura, do Hospital Militar D.Pedro V.

Doença coronária. “Os quatro principais fatores de risco continuam por controlar”

A doença coronária atinge quase meio milhão de portugueses. Em entrevista, o presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia acredita que há espaço para diminuir a prevalência da doença através de um melhor controlo dos principais fatores de risco - tabagismo, diabetes, hipertensão arterial e hipercolesterolemia. Lino Gonçalves defende um aumento da interação da Medicina Geral e Familiar com a medicina hospitalar para a aumentar a deteção precoce da doença coronária.

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