“AVC é a principal causa de morte e de incapacidade da população portuguesa”

Os acidentes vasculares cerebrais continuam a ser a principal causa de morte em Portugal,  segundo indicam os dados deste ano do Instituto Nacional de Estatística. Manuel Carrageta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, alerta para a importância da adoção de hábitos de vida saudável e para o diagnóstico precoce de algumas patologias que aumentam o risco de AVC.

2023-07-31T09:59:26+01:0031 Jul, 2023|APP - Geral, ON Cardiologia, videos|
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“O excesso de colesterol das LDL tem uma relação causal com as DCV”

Manuel Carrageta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, alerta para excesso de colesterol e para as ideias não científicas que levam à descontinuação do tratamento com Estatinas, inclusive em doentes de muito elevado risco cardiovascular.

Manuel Carrageta. “Cardiologia e MGF estão de mãos dadas e quem mais ganha é o doente”

As 37.as Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes realizaram-se entre 12 e 14 de janeiro, em Sesimbra. Manuel Carrageta recorda os primeiros tempos de uma iniciativa que começou por ser apenas local, mas fala também de algumas das temáticas abordadas no evento como reabilitação cardíaca e o benefício do Perdão na saúde cardiovascular.

Entrevista. “Temos de saber dominar as síndromes geriátricas”

Manuel Carrageta, presidente da Sociedade Portuguesa de Geriatria e Gerontologia (SPGG), faz um balanço do 42.º Congresso Português de Geriatria e Gerontologia, que decorreu entre 23 e 25 de novembro, em Lisboa. Em entrevista, alerta ainda para a necessidade de haver mais formação em Geriatria, porque “as pessoas mais velhas não têm apenas mais anos, são de facto diferentes”.

“AVC é a principal causa de morte e de incapacidade da população portuguesa”

Os acidentes vasculares cerebrais continuam a ser a principal causa de morte em Portugal,  segundo indicam os dados deste ano do Instituto Nacional de Estatística. Manuel Carrageta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, alerta para a importância da adoção de hábitos de vida saudável e para o diagnóstico precoce de algumas patologias que aumentam o risco de AVC.

“Boa parte do excesso de mortalidade atual diz respeito a pessoas que morreram de doenças cardiovasculares”

A pandemia de SARS-CoV-2 agravou os fatores de risco das doenças cardiovasculares e aumentou em mais de 60% o risco de eventos cardiovasculares em pessoas infetadas, sublinha, em entrevista, o presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia

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