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O decreto-lei, publicado hoje em Diário da República, prevê que a despesa decorrente do pagamento de horas extra nas urgências seja compensada em 120% com a redução da despesa que a unidade de saúde tem com os chamados médicos tarefeiros. A FNAM critica a medida por a mesma exigir que os médicos possam ter de fazer 300 horas extra, acima do que é legal.
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