Crianças com apetite “emocional” correm risco de ter pior saúde

A investigação analisou crianças com apetite “emocional” e revelam um apetite mais ávido, verificando que, aos 13 anos, tendem a apresentar níveis mais elevados de triglicerídeos no sangue, pressão arterial aumentada, resistência à insulina e maior perímetro da cintura.

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