Cancro do endométrio. “A hemorragia uterina anómala está associada a mais de 75% dos casos”

O cancro do endométrio é o cancro ginecológico mais frequente em Portugal, que afeta maioritariamente as mulheres com mais de 50 anos e no período pós-menopausa. Pedro Meireles, médico oncologista do IPO Lisboa, alerta para os sintomas.

  • enfermeiros

“Esta proposta é muito má para os enfermeiros”

Lúcia Leite, presidente da Associação Sindical Portuguesa dos Enfermeiros – ASPE, falou ao SaúdeOnline, após uma reunião, ontem, com o Governo, onde se discutiram as tabelas remuneratórias. Na sua opinião, a proposta ministerial trará mais riscos do que benefícios aos profissionais, sobretudo aos enfermeiros especialistas.

“A confiança no SNS, não estando ainda aos níveis de 2019, tem vindo a recuperar”

De acordo com o Estudo Saúdes – ‘A Saúde dos Portugueses: Um BI em nome Próprio’, os portugueses consideram que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem vindo a melhorar nos últimos tempos. Maria do Carmo Silveira, responsável de orquestração estratégica do ecossistema de saúde do Grupo Ageas Portugal, fala sobre este e outros resultados do estudo, nomeadamente a relação saúde-finanças.

“A diabetes tipo 1 pode ser diagnosticada anos antes de surgirem os sinais e sintomas da doença”

Mais que tratar a diabetes tipo 1, é preciso apostar no rastreio de anticorpos antes de a doença se manifestar. Sónia do Vale, diretora do Programa Nacional para a Diabetes (PND) da Direção-Geral da Saúde (DGS), e Isabel Dinis, coadjuvante do PND, falam sobre o trabalho que a DGS está a desenvolver neste âmbito.

  • obesidade

Obesidade. A cirurgia ambulatória permite dar resposta a mais doentes

Gil Faria é cirurgião especialista em Obesidade e Metabolismo e coordenador dos Centros de Tratamento da Obesidade do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, e apela a que se olhe para a obesidade como uma doença incapacitante. Tendo sido pioneiro na cirurgia da obesidade em ambulatório, a nível da Península Ibérica, defende uma maior aposta neste tipo de intervenção em doentes de baixo risco, para que haja mais pessoas com aceso ao tratamento.

  • Cancros digestivos

Cancros digestivos. “A IA vai ser fundamental no futuro da Gastrenterologia”

Os cancros digestivos são uma preocupação, sobretudo no mundo ocidental. Ricardo Rio-Tinto, consultor de Gastrenterologia na Fundação Champalimaud, alerta para os mais prevalentes, conhecidos por big five, e destaca a importância da inteligência artificial (IA) no diagnóstico precoce.

  • cancro do pulmão

“Em Portugal não existe um programa de deteção precoce do cancro do pulmão”

Vítor Fonseca, coordenador da Unidade de Pneumologia do Hospital Dr. José de Almeida, em Cascais, alerta para o impacto das doenças respiratórias, nomeadamente do cancro do pulmão. Para o especialista é essencial apostar-se num programa de deteção precoce deste tipo de cancro.

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