Dor fantasma. “É desejável que o tratamento comece o mais precocemente possível”

Dalila Veiga é anestesiologista na Unidade de Dor do Centro Hospitalar Universitário de Santo António. Em entrevista fala sobre um tipo de dor que afeta, sobretudo, doentes amputados e que exige uma intervenção multidisciplinar.

Coordenador nacional apela à duplicação do orçamento para a saúde mental

"Temos 15% da carga da doença mental em Portugal e temos um orçamento de 5%. Enquanto isto não mudar, não muda nada. É por isso que faltam psicólogos nos centros de saúde, equipas comunitárias completas e vários serviços do nosso país ainda não têm unidades de internamento”, disse Miguel Xavier, coordenador Nacional das Políticas de Saúde Mental.

Clínica Multidisciplinar da Mama do IPO de Lisboa: Mais do que um espaço físico, uma estrutura funcional

A coordenadora da Clínica Multidisciplinar da Mama do Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil (IPO), Catarina Santos, fala do espaço pelo qual está responsável, referindo que esta estrutura funcional, com especialistas de todas as áreas, é uma mais-valia para o tratamento do cancro da mama.

Entrevista. “Os pediatras que se dedicam à Medicina do Adolescente deviam ser reconhecidos”

Hugo Braga Tavares defende a criação da subespecialidade de Medicina do Adolescente. O presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina do Adolescente alerta para uma fase da vida que se inicia cada vez mais cedo e que pode estender-se para lá dos 19 anos.

Covid-19: Este é o “momento certo” de avançar para a gestão da doença

De acordo com a OMS, o comité de emergência considerou que, embora o SARS-CoV-2 continue a circular e a evoluir, com o risco de surgimento de novas variantes, “já não constitui um evento incomum ou inesperado”, mas Tedros Adhanom Ghebreyesus, o diretor-geral, salientou que pode voltar a convocar esse órgão, se a situação vier a exigi-lo.

Insuficiência cardíaca: “o maior desafio é travar o aumento da expressão da doença”

De acordo com a cardiologista Ana Teresa Timóteo, o maior desafio que a insuficiência cardíaca nos apresenta passa por tentar evitar a progressão da doença, que vai ter implicações económicas importantes para o Serviço Nacional de Saúde.

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