Nuno Jacinto. “Temos o dever de dignificar a MGF para termos melhores cuidados de saúde”

Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), realça a necessidade de se dignificar a MGF, esperando que haja mudanças que tenham em conta as diferentes realidades do país. Em relação ao 41.º Encontro Nacional APMGF, aborda alguns dos temas em destaque.

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Nuno Jacinto. “Nunca foi tão necessário dignificar e valorizar a Medicina Geral e Familiar”

Nuno Jacinto foi reeleito presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF). Em entrevista ao SaúdeOnline garante um trabalho de continuidade na Associação e realça os desafios que a especialidade enfrenta na atual crise do SNS. É o caso da nova regulamentação das unidades de saúde familiar e o modelo unidade local de saúde.

“Apesar das dificuldades, temos de acreditar na Medicina Geral e Familiar”

Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), alerta para a necessidade de se apostar na especialidade, que é a base do sistema, e espera que os cuidados de saúde primários não tenham "uma posição quase subalterna" nas unidades locais de saúde. 

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Entrevista. “Tem de haver uma aposta nos recursos humanos para não se ter um SNS para pobres”

Maior aposta nas condições de trabalho e um revisitar da reforma dos cuidados de saúde primários são dois pontos essenciais para se evitar a degradação do Serviço Nacional de Saúde, segundo Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF).

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A saúde das pessoas mais idosas na MGF

“O médico de família é o especialista que está habilitado a acompanhar o doente idoso na sua saúde, não esquecendo o seu contexto social e familiar”, afirma Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar.

Pico de reformas dos médicos de família é atingido este ano. “Sabíamos que ia acontecer e não retemos os jovens”

O saldo negativo entre aposentações e entradas de médicos de família deve manter-se nos próximos anos, aumentando o número de portugueses sem médico. Isto porque apenas 60 a 70% dos recém-especialistas ficam no SNS, número insuficiente para compensar as reformas. É necessária uma mudança de políticas para tornar o SNS mais atrativo, diz o presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Nuno Jacinto, em entrevista ao SaúdeOnline.

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