Ministra da Saúde diz que espera excessiva para cirurgias oncológicas está resolvida

A ministra da Saúde anunciou a resolução das listas de espera de cirurgia para doentes oncológicos que ultrapassaram o tempo máximo recomendado e acusou de “má-fé” quem diz que as medidas de emergência não estão a ser cumpridas.

  • canábis medicinal

“Portugal está na linha da frente do cultivo de canábis medicinal na Europa”

A evolução na área da canábis medicinal tem sido “notória”, na opinião de Catarina Paiva, farmacêutica especialista em Farmácia Comunitária. A também estudante do Doutoramento na Faculdade de Farmácia - Universidade de Coimbra e membro do Conselho Consultivo Científico do OPCM, tece algumas considerações sobre a evolução desta atividade, em Portugal.

“O cancro do pulmão é o cancro que mais mata em todo mundo”

De acordo com Ana Barroso, aludindo a dados da GLOBOCAN, o cancro do pulmão é o cancro que mais mata em todo o mundo e o terceiro mais frequente no país em ambos os sexos. No âmbito do Dia Mundial do Cancro de Pulmão, que se assinala a 1 de agosto, a pneumologista, coordenadora da Unidade Multidisciplinar de Tumores Torácicos da ULS Gaia/Espinho e membro da Direção do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão (GECP) fala sobre a doença, seus sintomas, fatores de risco, entre outros aspetos, salientando que a melhor forma de prevenir esta patologia é “deixar de fumar ou, idealmente, nunca começar”.

  • Vitor Neves

Associações de doentes querem mais “rapidez” e “transparência” na aprovação de medicamentos

No seguimento da implementação do Regulamento da União Europeia de Avaliação de Tecnologias de Saúde, que vai entrar em vigor no início de 2025, a Europacolon Portugal, na pessoa do seu presidente, Vítor Neves, mostra as suas preocupações no sentido de reduzir o tempo de aprovação e implementação dos medicamentos em Portugal, assim como de garantir maior transparência deste processo e participação por parte das associações capacitadas pelo Infarmed.

Investigação sugere mecanismos na luta contra efeitos secundários da quimioterapia

Investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) descobriram que pode ser possível mitigar os efeitos da quimioterapia, conhecidos como neuropatia periférica, e sugerem a realização de exames de neuroimagem antes e depois do tratamento.

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