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Hipertensão arterial: “Ainda temos uma taxa de controlo muito abaixo do esperado”

Rosa de Pinho assumiu recentemente a presidência da Sociedade Portuguesa de Hipertensão. É a primeira especialista em Medicina Geral e Familiar a presidir a esta sociedade científica. A médica fala dos objetivos da nova Direção, dos principais desafios da área, entre outros assuntos. No seu entender, apesar haver “uma variedade grande de fármacos para tratar os hipertensos”, a “taxa de controlo ainda está muito abaixo do esperado”.

Quase três quartos dos adultos lusos faz atividade física segundo critérios OMS

De acordo com um estudo, os números da população portuguesa em 2018 aproximam-se de um panorama em que adultos cumprem atividade física e desportiva segundo os critérios da OMS.

“É importante mantermos uma abordagem interdisciplinar [ao doente com AVC]”

Luísa Rebocho, responsável pela Unidade de Acidente Vascular Cerebral (AVC) do Hospital do Espírito Santo de Évora, fala dos desafios da abordagem e do tratamento dos doentes com AVC, das assimetrias existentes nos cuidados de saúde e do papel do internista no que respeita a estes doentes.

“É preocupante que uma reabilitação de qualidade não chegue à maioria dos sobreviventes de AVC”

A propósito do Dia Nacional do Doente com AVC, que se assinala a 31 de março, a Portugal AVC – União de Sobreviventes, Familiares e Amigos apresentou-se ontem na Assembleia da República, para uma sessão com diversos interlocutores da saúde. António Conceição, presidente da associação, explicou-nos as motivações para esta reunião.

Hospital de Guimarães abre Serviço de Hemodinâmica pronto desde 2018

O Laboratório de Hemodinâmica custou cerca de dois milhões de euros. A justificação inicial da ARS Norte para impedir a abertura do serviço foi a de que Guimarães estava de fora da rede de referenciação para os serviços de hemodinâmica do país.

Caminhar cerca de 6 km uma ou duas vezes por semana reduz o risco de morte

Os autores de um estudo recentemente publicado descobriram que aqueles que caminhavam 8 mil passos ou mais, uma ou duas vezes por semana, tinham 14,9% menor risco de morte, num período de 10 anos do que aqueles que não o faziam.

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